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terça-feira, 7 de julho de 2015

Batman: Arkham Knight - PS4



EU SOU A VINGANÇA! EU SOU A NOITE! EU SOU O BATMAN!

Batman: Arkham Knight é o capítulo final de série que teve os excelentes Arkham Asylum e Arkham City e o fraco Arkham Origins. Desde o primeiro momento a ideia de que essa é aventura final desta encarnação do Batman é algo que é comunicado de forma bem clara ao jogador. Isso acrescenta uma dramaticidade que nos dois primeiros episódios foi atingida de forma mais elegante através de uma história envolvente, e aqui é quase um pré-requisito para que o jogador entenda e importância pré-determinada da narrativa do jogo. Isso não quer dizer que a história em si não seja sólida e interessante, ela apenas estava mais inspirada nos capítulos anteriores e gerava um comprometimento mais natural do jogador, mas esse é o único detrimento do jogo.

Retornamos a uma Gotham que vive em relativa paz desde a morte do Coringa, ocorrida em Arkham City, até que o surgimento de um novo inimigo, o Arkham Knight . Juntamente com o Espantalho, o novo inimigo carrega o manto de principal vilão do jogo. Felizmente isso não significa que ficamos sem o melhor vilão do universo do Homem-Morcego.
O Coringa retorna, novamente perfeitamente interpretado por Mark Hammil. Em Arkham Origins a aparição do Coringa passava uma sensação de que havia um arrependimento na decisão de matar o principal nêmesis do Homem-Morcego. A solução para o retorno do vilão nesse jogo é bastante inspirada e acrescenta um peso e profundidade inesperados à história.

No que se refere ao gameplay o jogo manteve o que deu certo, com seu combate genial e conseguiu a façanha de manter os controles enxutos e ao mesmo tempo expandir as opções de manobras e golpes. Nos outros episódios da saga ao atingir um certo nível de upgrades era comum o jogador ficar confuso com o número de combos possíveis e, apesar de que lembrar de todas as opções à sua disposição durante um combate seja uma tarefa difícil, ainda é mais intuitivo do que nos capítulos anteriores.
Um diferencial significativo dessa versão e que com certeza está evidente para todos aqueles que já ouviram falar desse jogo, é a inclusão do Batmóvel. Há alguma discussão sobre o quão "forçada" é a integração dessa novidade à mecânica do gameplay atual, e é verdade que em alguns momentos a utilização do Batmóvel parece ser mais recorrente do que gostaríamos. Pelo menos a metade dos puzzles do jogo se utilizam dessa ferramenta. Ainda que nem sempre pareça uma adição natural, o fato é que o Batmóvel é uma ferramenta divertida que oferece diversidade ao gameplay e é muito bem vinda por quem achava que a série precisava de algo novo para crescer ainda mais.

A trilha sonora me pegou de surpresa. É com certeza a melhor da série, pelo menos a única que conseguiu fazer a transição do jogo diretamente para a minha playlist pessoal. Há vários temas únicos que tem um impacto na emoção transmitida na tela. Há momentos engraçados, de ação, medo, tristeza e vários tipos de intensidade emocional que são perfeitamente retratados pelas composições da trilha. A variedade e intensidade dos temas me causaram a impressão de que estava ouvindo um tipo de parceria nos mesmo moldes do que foi feito com Hans Zimmer e James Newton Howard nos dois primeiros filmes de Noland. Quando fui checar a informação vi que de fato se tratavam de dois compositores: Nick Arundel e David Buckley. Arundel já havia composto para Asylum e City e Buckley é novo na franquia. Essa é a minha faixa preferida:


Os gráficos são muito bons, a modelagem dos personagens está excelente. Apesar de eu não achar que esse o melhor exemplo de capacidade gráfica da nova geração (The Last of Us Remastered ainda é a minha escolha para o título) eu fiquei genuinamente impressionado com a escala das coisas e o detalhamento de Gotham. A cidade é bastante grande e a transição entre os diversos modos de jogo instantânea.
Quando tudo é levado em conta, esse para mim é o principal momento no qual eu  consigo perceber o potencial da nova geração de consoles: não a capacidade de fazer uma ou duas coisas ótimas, mas diversas coisas muito boas.
Para mim, uma dos piores pecados de Origins foi deixar de lado o nível de detalhamento da série, perdendo os enigmas do Charada e desperdiçando oportunidades. Esse erro não é repetido em Arkham Knight e os troféus, análises de ambientes e desafios estão todos de volta.

Um ponto forte na série, que continua sendo refinado em Arkham Knight, é a imersão na história e no mundo do jogo. Momentos chaves aparecem em primeira pessoa, o jogo flerta com diversos modos de gameplay e faz tudo trabalhar a favor da história que se propõe a contar. Capangas tem conversas aleatórias que mencionam o restante do universo DC.
O jogo apresentou uma tagline nada original: "Seja o Batman". Mas essa mensagem nunca foi tão verdadeira. O arsenal de gadgets do Homem-Morcego nunca parece servir ao propósito do gameplay (com excessão do Batmóvel) e sim a favor da imersão. Você nunca tem a impressão de que há um desafio proposto que só pode ser vencido por uma determinada ferramenta das Industria Wayne por que o jogo quer que você use aquela gadget agora e sim porque você se sente como alguém preparado para qualquer eventualidade.

Como eu disse no início do post, a Rocksteady está apresentando essa como se fosse a última aventura de Bruce Wayne dentro desse universo, ou pelo menos encerrando esse arco de forma definitiva e depois que essa realidade passa a integrar a história de Arkham Knight o jogo fica muito mais épico.
Vilões e aliados tomam posições definitivas, há baixas de figuras icônicas do universo Batman e ao longo do jogo, jogador e personagem começam a perceber que esse é o fim da linha para o Homem-Morcego seja qual for o desfecho da história.
Uma das minhas ideias favoritas em Arkham Knight é que o jogo só apresenta seu final completo quando você completou 100% do jogo e de fato retomou Gotham dos criminosos.

Há vários detalhes inspirados em Arkham Knight, desde a representação de momentos chaves do gibis até os momentos espetaculares do Coringa, há sempre algo de especial acontecendo, como se o fato de o jogo ser simplesmente ótimo não fosse o bastante para a Rocksteady.

                
               

Os fãs dos gibis e da série animada do Homem-Morcego também vão perceber vários easter-eggs, como o nome dos troféus e conquistas ser diretamente tirado do título de revistas do Batman ou a famosa frase na voz de Kevin Conroy (perfeito como sempre): "Eu sou vingança, eu sou a noite, eu sou o Batman!".



A propósito, eu duvido alguém não se empolgar quando Batman solta essa pérola no jogo.
Me desculpem os que gostam de jogos dublados, mas a voz do Batman dublado nesse jogo é um lixo.

Aparentemente a série chega ao fim com seu melhor título. Eu tive o privilégio de jogar e postar resenhas sobre todos os títulos da série aqui no blog: Arkham Asylum, Arkham City e Arkham Origins.
 Eu gosto muito de Arkham Asylum e o elegi o melhor jogo da minha lista do Xbox 360, mas na minha opinião Arkham Knight supera seu antecessor em todos os aspectos. A série Arkham mudou a forma como jogos de super-heróis eram percebidos e criou todo um universo incrível que poderia ser teoricamente expandido para outros heróis da DC. Se a Rocksteady vai ter coragem de tentar trazer para a tela da 8ª geração alguém como o Homem de Aço, uma tarefa considerada impossível por muitos, permanece um mistério. Mas uma coisa é certa, se eles fizerem eu vou comprar. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Batman: Arkham Origins

Com o desfecho apresentado no final de Arkham City, e o inegável sucesso do jogo, era de se esperar que uma continuação não tardasse. Depois do primeiro jogo nos confinar ao Asilo Arkham e o segundo a uma porção isolada e abandonada da cidade, todas as pistas apontavam para uma sequência que finalmente apresentaria Gotham City em larga escala. O resultado de várias side-quests também já tornavam a premissa do jogo bastante interessante. Azrael fazia uma aparição em Arkham City prometendo voltar e por fim aos dias do homem-morcego, Hush havia jurado vingança a Bruce Wayne e agora tinha uma cópia fiel do seu rosto para atormentar o playboy mais famoso de Gotham e havia a expectativa da repercussão da morte do Coringa. Porém tudo isso foi deixado de lado e recebemos uma prequel que ninguém havia pedido. Ao contrário do que o nome indica, Arkham Origins não é uma história sobre Arkham e bem  uma “origin story”. O que, eu devo acrescentar, teria sido incrível. Imagine jogar uma jogo contando toda a origem do Batman. Desde uma sequência estendida do assassinato de seus pais, até as primeiras aventuras como o Cavaleiro das Trevas, passando pelo seu treinamento com a liga das sombras e seus primeiros encontros com seus inimigos e Gordon. Para ser sincero o jogo entrega as duas últimas partes, Batman tem seu primeiro encontro com o Coringa e estabelece seu relacionamento com Gordon e sua filha no jogo. Porém a impressão que fica é de que pegamos o episódio 2 de uma história na qual o episódio 1 é muito mais interessante.


Muita gente comentou sobre o fato de de que apesar de ser uma prequel Batman ter diversas gadgets as quais ele não tinha acesso no primeiro jogo. Isso realmente não me incomodou nem um pouco. Foi uma escolha feita pelos desenvolvedores para manter a sensação de aprimoramento no sistema do jogo, há uma pequena preocupação em apresentar os equipamentos como protótipos e isso é o suficiente para mim.
No geral esse é o mesmo jogo apresentado em Arkham City, porém com uma atenção muito menor aos detalhes, o que infelizmente acaba se mostrando uma falha comprometedora e uma queda no padrão apresentado pelos jogos anteriores. Os diversos easter-eggs presentes nos jogos anteriores estão ausentes, e os desafios do Charada apresentados não são interessantes como os anteriores e isso tudo afeta a qualidade geral do jogo. Até mesmo o detalhismo de algumas finalizações de golpes do Batman estão ausentes.



Há diversas novidades no jogo, mas absolutamente nenhuma delas é relevante para a experiência geral da aventura. Algumas novas opções de gadgets durante os ataques e defesas, opção de viagem rápida entre duas localidades do mapa e é só. No que se refere a mecânica, gráficos, trilha sonora e jogabilidade estamos praticamente lidando com um relançamento de Arkham City, e apesar de isso não ser necessariamente ruim, somado ao fato da expectativa de uma sequência ao invés do que foi apresentado, a soma desses componentes acaba sendo decepcionante.
Outro detalhe é que Kevin Conroy  e Mark Hammil não repetem as vozes do Coringa e do Batman, seus substitutos não chegam a comprometer, mas não atingem o nível de qualidade estabelecido por seus  antecessores.
A história apresentada no jogo na verdade é muito boa, o argumento pelo menos. A idéia do Máscara Negra contratar diversos assassinos para tentar acabar com o Batman na mesma noite dá um certo ar de credibilidade à uma inconsistência comum dos video-games. Infelizmente o mesmo não se aplica aos diálogos que quase sempre parecem ter sido escritos sem que houvesse uma segunda leitura e tão rasos e clichês em sua maioria que várias vezes fiquei me perguntando se eles não estavam sendo propositalmente irônicos.

Os jogos do homem-morcego se despedem da 7ª geração de video-games em um tom menor, mas ainda, definitivamente, com a capacidade de retornar na nova geração. 

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Cavaleiro das Trevas Ressurge: Spoilers, Spoilers e mais Spoilers!!!


O Cavaleiro das Trevas Ressurge estréia dia 20 desse mês, para aqueles que não querem esperar aqui vão diversos spoilers de alguém que supostamente teve acesso a uma sessão do filme.

Obs: O original era em inglês e devido a minha correria ultimamente eu tive que utilizar o tradutor do google e dar uma rápida revisada, no geral a tradução não é muito boa mas da para entender a ideia geral.

Leia por sua conta e risco...

Quem morre: Lucius, Bane, capangas, muitas outras pessoas, maus, mocinhos, rapazes ricos, etc

Quem sobrevive: Batman, Alfred, Gordon, Blake, Selina, Miranda .........


Bane: bad ass, protegido de Ras, amigo de Talia (Miranda). Colocou seu plano em prática anos atrás, e foi reconstruindo lentamente a Liga das Sombras, enquanto se preparava para começar invasão em Gotham. Conhecido em todo a comunidade de inteligência internacional. Muito brutal, muito assustador, mas aparentemente não louco, no sentido de que ele parece estar sempre no controle e passos à frente de seus adversários. Os pais foram mortos quando era criança e ele foi criado e educado por Ras, que ficou muito impressionado com ele, teve um breve relacionamento com Talia, mas após o acidente que ele sofre, ele evita os avanços dela, devido a sua máscara e sua recém-descoberta deformidade. Ele usa a máscara para esconder sua dor, e por causa de um distúrbio neurológico que faz com que seja difícil para ele controlar seu corpo. Isso afeta seus níveis supra-renais também. Ele não é o líder da Liga, mas ele divide a liderança com Talia. Eles discordam, às vezes, em especial quando ele mata.
Primeira aparição em Gotham é na bolsa de valores, a segunda é no estádio e a terceira é quando ele retorna 6 meses mais tarde, como prometeu em seu discurso no estádio de futebol. Há uma cena que ele mata o prefeito na frente de todos, e diz a população para tomar o controle de Gotham ou ele vai fazer isso por eles. Gotham cai em um inferno caótico após isso, graças também a ausência de Gordon, e ao desaparecimento de Batman. Tudo que o homem-morcego construiu até esse ponto é desfeito e ele resolve ressurgir. Esta parte da história se passa durante metade do filme e há muita coisa que acontece.

 Mulher-Gato (Selina):Ladra, parte do grupo de Gotham que é recrutado para aprontarem as coisas para quando a Liga atacar. Responsável por uma seqüência de furtos, que parecem centrados nos ricos. Ela é vista pela primeira vez na mansão Wayne como empregada doméstica a quem Bruce pega roubando. Ela foge, e eles voltam a reunir-se em um baile de caridade em Gotham ele visita com Miranda. Bruce a confronta e eles dançam, e logo depois ela rouba seu carro. Bruce fica fascinado por ela, já que ele entende que ela diz que é adaptável quando ele sugere que o vestido dela não é muito útil para um ladrão, e ele finalmente percebe que ela não precisa usar nada de especial para fingir ser sua esposa e roubar seu carro.
Ela muda de lado por algumas razões. Uma delas é que ela nunca imaginou que Bane atingiria os extremos que ele atinge. A segunda é que ela fica chocada quando descobre que Batman era na verdade Bruce Wayne, e a terceira é que ela se preocupa com sua protegida (interpretado por Juno Temple) e teme o que vai acontecer com ela, e outros como ela, se Bane continuar e concluir seu plano. Ela se une a Batman, e luta contra Talia, uma boa luta, e no final ela se torna a Mulher gato de sempre. Não é boa, não é ruim, apenas descomprometida com as causas alheias e parte do folclore de Gotham. Ela tem uma cena com Bruce, no final, na qual eles conversam na frente do túmulo dos pais de Bruce, e falam sobre o futuro.

BATMAN: sobrevive, e de fato é "quebrado" na primeira luta com Bane. Mulher Gato o atrai para onde Bane queria e fecha o portão. Mas antes de chegarmos muito longe, vamos discutir Bruce.
Bruce assumiu em tempo integral as Indústrias Wayne, que se tornaram maior e mais influente do que nunca com a ajuda de Talia e Fox. Bruce é visto como um rico esnobe, que não é melhor do que qualquer outro rico esnobe de Gotham. Mesmo que ele desenvolva muito mais pesquisas e filantropia do que outros.
De qualquer forma, o uso da bengala revelado no trailer é o o que se esperava. Descobrimos que ele realmente não precisa, porém, e ele usa isso como uma razão / desculpa por que ele não possa ser o Batman mais, uma de muitas. Mas nós descobrimos logo antes da primeira luta contra Bane e durante sua conversa com Gordon no hospital, que ele não está tão ferido como ele deixa transparecer, embora ele não esteja na mesma forma que estava em Cavaleiros das Trevas.
Batman depois, que Gordon implora a ele, decide que deve colocar a máscara novamente. Ele finalmente é levado ao covil de Bane, e luta contra alguns de seus homens, ele então vê Seline e persegue-a até o subterrâneo, onde ela pretendia atrai-lo para Bane. Eles lutam, e Batman mal consegue enfrentar Bane. Bane aparentemente quebra vários ossos de Wayne, incluindo seu joelho. Ele, então, parece estar pronto para agarrar seu pescoço, mas em vez disso arranca a sua máscara, e empurra-o para baixo. Bane , então o aprisiona.
Batman permanece preso pela Liga das Sombras, descobre mais sobre a máscara de Banes e tal, bem como alguns dos planos do terrorista, e alguns dos segredos de Bane. Bruce finalmente escapa através de grande esforço, e retornar a Gotham. Bruce leva 6 meses para se recuperar, e retorna a Gotham após uma grande fuga e tentativa de escapar da prisão-poço de Bane, refletindo um pouco um reflexo do que aconteceu em Batman Begins com seu pai, só que desta vez ele é quem deve sair sozinho.
Ele reencontra Lucius e depois Alfred, bem como Selina que estava escondido na mansão depois de sua fuga da prisão. Eles unem-se, e Batman reúne-se com Gordon nas ruas em uma cena muito legal.
Durante esse tempo, ou antes, se bem me lembro Miranda é revelada, como Talia, e como Lucius descobre isso e Bane o mata como ele veio atrás dele. Isto irrita Miranda já que ela gostava de Fox e lamenta que ele foi morto. Isto REALMENTE enfurece Bruce. Ele fica ainda mais louco quando ele descobre que Miranda estava envolvida.
Batman reune seus aliados e eles tem um enorme confronto com as forças da Liga das Sombras nas ruas de Gotham. Batman e Talia tem uma cena juntos e ela explica que ela é filha RAs, via flashback, vemos Ras jovem no passado. Você também vê isso quando Bane explica sobre Ras na prisão.
De qualquer forma Batman persegue Bane de volta para seu esconderijo, e lutam mais uma vez, desta vez, com Batman emergindo como vencedor, e Bane concedendo a vitória, pouco antes de retirar a sua própria máscara, e deixar-se morrer, como ele, aparentemente, não consige respirar corretamente sem a máscara. Miranda chora ao ver Bane morrer e desaparece definitivamente.
No final, Batman decide que ele permanecerá como Batman, desde que Gotham precisa dele, principalmente agora que o período de reconstrução certamente trará tempos difíceis, e como Batman é agora bem quisto pela população, ele deve continuar a fazer o que ele pode, porque ele pode. Alfred concorda e diz que Batman como um símbolo só funciona porque Bruce faz com que funcione, ele é talvez o único que pode fazê-lo funcionar.
Alfred fala com Bruce na caverna sobre o quão bem ele trabalhou com Selina e, talvez, ele deve encontrar alguma ajuda que ele possa confiar. Bruce diz que não saberia sequer onde procurar por alguém assim. Enquanto Alfred brinca que ao menos seria bom ter alguma ajuda em torno da mansão, como cuidar da caverna, é muito para um homem velho.
Alfred brinca que talvez Bruce possa levá-lo ao circo para uma muito necessária noite de folga. Mencionando os "Graysons Voadores" que apresentam um ótimo espetáculo de acrobacia. Bruce diz que ele não pode esta noite, mas que eles irão antes de o circo deixar a cidade. O filme termina com Gordon comemorando a reconstrução da delegacia de Gotham depois de Bane te-la destruido. E mais uma vez brilha o Bat-sinal em honra aos esforços do Batman.

 Miranda Tate / Talia: ela está nas sombras a maior parte do filme e aparece um pouco no início, como a namorada de Bruce, com quem ele têm uma relação bastante passional. Ela é uma das diretoras das Empresas Wayne e uma das rasões de a empresa estar indo excepcionalmente bem. Quando Bruce desaparece ela assume definitivamente as empresas enquanto Fox está ocupado lidando com formas de encontrar Bruce, e outras coisas.
Sem que ele soubesse Talia estava utilizando as empresas Wayne para secretamente construir a liga, com armas, financiamento, e para ajudar a criar o ponto de apoio para que eles possam por seu plano de destruição de Gotham em ação. Ela é descoberta por Lúcius como sendo a líder da Liga, bem como muitas outras coisas. Quando ela é descoberta, em seguida, ela mostra suas verdadeiras cores, e se une com Bane, depois que Bane mata Lucius.
Ela então revela quem ela é quando ela e Bruce quando se encontram, ele fica chocado que ela teve a vontade e a coragem despistá-lo como ela fez e por quanto tempo ela fez. Ela aparentemente ficou com Wayne por bastante tempo. Ele fica muito triste e irritado com isso. Mas parece se preocupar mais com Bane, e vê-lo como uma ameaça menor.
Ela luta com Selina como Batman luta com Bane. Ela se mostra ser uma adversária formidável como lutadora e dá Selina tudo o que ela pode suportar antes de ser finalmente derrotada. Enquanto Bane é derrotado por Batman ela recobra a consciência, para testemunhar isso.

John Blake: não assume o manto do Batman, nem nada disso. Na verdade ele assume o papel que seria de Gordon por algum tempo e é apenas um bom policial que ajuda no esforço para conter as forças de Bane. Ele é ainda parte integrante do plano de como ele retransmite a Gordon que Batman pode ainda estar vivo, e ele também tem um papel importante em ajudar na batalha final. Fica implícito que com o tempo ele pode assumir o cargo de Comissário, ele é promovido a tenente no final.

Gordon: Gordona age tipicamente, faz seu trabalho, ajuda a liderar o caminho, mas fica confuso no início do filme em uma briga com Bane e seus homens, ele apela a Bruce que volte a vestir a máscara depois que ele vai visitá-lo no hospital. Então, quando ele se cura, ele é um pouco impotente para fazer qualquer coisa já que todo mundo tem medo de se envolver, uma vez que Bane avisou que iria causar estragos (terremotos com sua máquina). Gordon, porém, fica muito feliz ao descobrir que Batman está de volta e, em seguida, junto com Blake convence a polícia que eles têm que lutar depois que a cidade é isolada ao ter suas pontes explodidas.

Pequenas Revelações:

A máscara de Bane sai apenas quando ele tira. Ele parece não dormir com ela, e usa um tipo de respirador que não é tão desconfortável. Quando ele é subjugado por Batman, ele admite a derrota. Ambas as lutas com Batman, na verdade são três, são todas muito desagradáveis e brutais. Bane é claramente páreo para Bruce. Mas sua história é semelhante a de Bruce, e talvez até pior já que ele não cresceu com a riqueza como Bruce fez, e viveu uma vida muito difícil. Além disso, seu plano é muito grande em extensão e infalível, sim ele tem um colete à prova de bala, assim como alguns membros de sua equipe, tornando-se difícil ter um tiroteio com eles.


Miranda parece ser a verdadeiro líder da Liga, apesar dos comandados respeitarem muito Bane.


Selina, é muito volúvel em suas lealdades, mas é claro que ela não é uma má pessoa. Ela deixa claro que ser boazinha não vai ser uma escolha para a vida toda.

Ela tem uma melhor amiga que é mais jovem e ela cuida. Ela adora roubar é muito bom no que faz, e ela tem um arsenal escondido em seu esconderijo. Ela se escondeu na mansão Wayne quando ela escapou da prisão para se esconder da polícia e de Bane, apenas para ser descoberta com o retorno de Bruce.


Bane se mata quando Batman bate nele, ele sente que não tem outra escolha, que Batman provou sua vitória, e que por isso seus ideais devem prevalecer.


O filme tem uma vibe maior de quadrinhos ele segue mais a linha de Begins do que do Cavaleiro das Trevas.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Top 10 Atores Com Mais de 80 anos que Ainda Estão Ativos

Depois de mostrar alguns setentões que ainda atuam como garotos, resolvi mostrar um time realmente veterano e da maior qualidade. Alguns já estão com 90 anos e continuam firmes e fortes.

10º Ernest Borgnine (94)
Tentei achar uma foto que mostrasse Borgnine jovem mas pelo que pude ver na internet o ator já nasceu com cara de 40 anos. Com um curriculo que inclui títulos como "Meu Ódio Será Tua Herança" e "RED - Aposentados e Perigosos" o ator apresenta um talento e uma presença marcante que atravessa décadas.

9º Leonard Nimoy (80)
Mesmo que Nimoy nunca tenha se libertado de seu papel de Spock, assistí-lo no último Star Trek foi um bônus excelente que elevou bastante a qualidade do filme.

8º Ian Holm (80)
Para uma geração Holm será eternamente lembrado como Bilbo Bolseiro, seu papel em "O Senhor dos Anéis". Para alguns ele ainda foi o primeiro andróide da série Aliens ou mesmo Jack, O Estripador em "Do Inferno". Seja qual tenha sido o papel no qual foi assistido Holm sempre entregou interpretações emocionantes.

7º Eli Wallach (96)
Um dos mais velhos atores em atividade no mundo Wallach já foi o Tuco de "Três Homens em Conflito" e Don Altobello em O Poderoso Chefão Parte III. Levei muitos anos para compreender que se tratava do mesmo ator. Sempre um sinal de excelência.

6º Max Von Sydow (82)
Ele já era velho quando eu o vi em "O Exorcista" e mesmo assim o homem continua fazendo filmes como louco. Ele já jogou xadrez contra "a morte" para Bergman, foi um chefe de polícia para Spielberg,  e foi o Nobre Loxley para Scott. Precisa de mais? Ele foi indicado a melhor ator coadjuvante esse ano e é Esbern em Skyrim.

5º Robert Duvall (81)
Desde que entrou na Familia Corleone Duvall é sinônimo de qualidade nos filmes em que aparece. Entre gangsters, cowboys, advogados, cientistas e astronautas Duvall já foi de tudo um pouco. Seu melhor momento para mim foi em "Pacto de Justiça".

4º Clint Eastwood (81)
O mais durão dos atores se tornou um dos melhores diretores e um dos melhores atores sob sua própria direção. Eastwood é o único homem de Hollywood que pode parecer realista espancando um homem 60 anos mais novo como ele fez em seu último filme como ator: Gran Torino. Ele volta para a frente das tela ano que vem no drama de esportes "The Trouble With The Curve".

3º Hal Holbrook (85)
Eu descobri esse maravilhoso ator vendo ele em séries de tv, particularmente The West Wing. Hal Halbrook é a definição de elegância e talento. Mais recentemente ele me levou as lágrimas com sua comovente interpretação em "Na Natureza Selvagem".

2º Christopher Lee (89)
Com um talento especial para vilões de Conde Drácula a Lorde Sith, Cristopher Lee é uma das poucas coisas boas na nova trilogia de Star Wars e uma das muitas ótimas na trilogia do Senhor dos Anéis. Aos quase 90 anos esse inglês de 1,96m de altura volta a Terra-Média  no papel de Saruman nas duas produções de "O Hobbit".

1º Christopher Plummer (82)
Ao ganhar o oscar de melhor ator coadjuvante esse ano Plummer se tornou o ator mais velho a receber o prêmio da academia. Com uma carreira que atravessa sete décadas Plummer coleciona trabalhos clássicos como "Noviça Rebelde" até inesperados como Arngeier em "Skyrim".

quarta-feira, 21 de março de 2012

Top 10 Personagens com Tapa-Olho

Essa semana através do Cinema Sem Frescura eu vou na pré-estréia de "Jogos Vorazes". Dei uma olhada na internet e vi que Donald Sutherland estava usando um tapa-olho nas entrevistas. Primeiro achei que fosse algo do ator e não do personagem, mas depois percebi que o ator estava apenas "encarnando" o personagem. Pensei um pouco e percebi que esse é um acessório que costuma acompanhar personagens "bad-ass". E depois dessa lista eu decidi que se um dia eu perder um olho, nada de olho de vidro para mim. Infelizmente esses são personagens que não se dariam bem em produções 3D...

10º EmilioLargo, o vilão de 007 Contra a Chantagem Atômica

9º Franky em Capitão Sky e o Mundo de Amanhã

8º Inspetor Kemp de O Jovem Frankenstein

7º Shé de Machete

6º Coronel Claus Von Staufenbberg de Operação Valquíria

5º Rooster Cogburn de Bravura Indômita

4º Odin de Thor

3º Elle Driver de Kill Bill


2º Nick Fury de Os Vingadores

1º Snake Plissken de Fuga de Nova York


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