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terça-feira, 7 de julho de 2015

Batman: Arkham Knight - PS4



EU SOU A VINGANÇA! EU SOU A NOITE! EU SOU O BATMAN!

Batman: Arkham Knight é o capítulo final de série que teve os excelentes Arkham Asylum e Arkham City e o fraco Arkham Origins. Desde o primeiro momento a ideia de que essa é aventura final desta encarnação do Batman é algo que é comunicado de forma bem clara ao jogador. Isso acrescenta uma dramaticidade que nos dois primeiros episódios foi atingida de forma mais elegante através de uma história envolvente, e aqui é quase um pré-requisito para que o jogador entenda e importância pré-determinada da narrativa do jogo. Isso não quer dizer que a história em si não seja sólida e interessante, ela apenas estava mais inspirada nos capítulos anteriores e gerava um comprometimento mais natural do jogador, mas esse é o único detrimento do jogo.

Retornamos a uma Gotham que vive em relativa paz desde a morte do Coringa, ocorrida em Arkham City, até que o surgimento de um novo inimigo, o Arkham Knight . Juntamente com o Espantalho, o novo inimigo carrega o manto de principal vilão do jogo. Felizmente isso não significa que ficamos sem o melhor vilão do universo do Homem-Morcego.
O Coringa retorna, novamente perfeitamente interpretado por Mark Hammil. Em Arkham Origins a aparição do Coringa passava uma sensação de que havia um arrependimento na decisão de matar o principal nêmesis do Homem-Morcego. A solução para o retorno do vilão nesse jogo é bastante inspirada e acrescenta um peso e profundidade inesperados à história.

No que se refere ao gameplay o jogo manteve o que deu certo, com seu combate genial e conseguiu a façanha de manter os controles enxutos e ao mesmo tempo expandir as opções de manobras e golpes. Nos outros episódios da saga ao atingir um certo nível de upgrades era comum o jogador ficar confuso com o número de combos possíveis e, apesar de que lembrar de todas as opções à sua disposição durante um combate seja uma tarefa difícil, ainda é mais intuitivo do que nos capítulos anteriores.
Um diferencial significativo dessa versão e que com certeza está evidente para todos aqueles que já ouviram falar desse jogo, é a inclusão do Batmóvel. Há alguma discussão sobre o quão "forçada" é a integração dessa novidade à mecânica do gameplay atual, e é verdade que em alguns momentos a utilização do Batmóvel parece ser mais recorrente do que gostaríamos. Pelo menos a metade dos puzzles do jogo se utilizam dessa ferramenta. Ainda que nem sempre pareça uma adição natural, o fato é que o Batmóvel é uma ferramenta divertida que oferece diversidade ao gameplay e é muito bem vinda por quem achava que a série precisava de algo novo para crescer ainda mais.

A trilha sonora me pegou de surpresa. É com certeza a melhor da série, pelo menos a única que conseguiu fazer a transição do jogo diretamente para a minha playlist pessoal. Há vários temas únicos que tem um impacto na emoção transmitida na tela. Há momentos engraçados, de ação, medo, tristeza e vários tipos de intensidade emocional que são perfeitamente retratados pelas composições da trilha. A variedade e intensidade dos temas me causaram a impressão de que estava ouvindo um tipo de parceria nos mesmo moldes do que foi feito com Hans Zimmer e James Newton Howard nos dois primeiros filmes de Noland. Quando fui checar a informação vi que de fato se tratavam de dois compositores: Nick Arundel e David Buckley. Arundel já havia composto para Asylum e City e Buckley é novo na franquia. Essa é a minha faixa preferida:


Os gráficos são muito bons, a modelagem dos personagens está excelente. Apesar de eu não achar que esse o melhor exemplo de capacidade gráfica da nova geração (The Last of Us Remastered ainda é a minha escolha para o título) eu fiquei genuinamente impressionado com a escala das coisas e o detalhamento de Gotham. A cidade é bastante grande e a transição entre os diversos modos de jogo instantânea.
Quando tudo é levado em conta, esse para mim é o principal momento no qual eu  consigo perceber o potencial da nova geração de consoles: não a capacidade de fazer uma ou duas coisas ótimas, mas diversas coisas muito boas.
Para mim, uma dos piores pecados de Origins foi deixar de lado o nível de detalhamento da série, perdendo os enigmas do Charada e desperdiçando oportunidades. Esse erro não é repetido em Arkham Knight e os troféus, análises de ambientes e desafios estão todos de volta.

Um ponto forte na série, que continua sendo refinado em Arkham Knight, é a imersão na história e no mundo do jogo. Momentos chaves aparecem em primeira pessoa, o jogo flerta com diversos modos de gameplay e faz tudo trabalhar a favor da história que se propõe a contar. Capangas tem conversas aleatórias que mencionam o restante do universo DC.
O jogo apresentou uma tagline nada original: "Seja o Batman". Mas essa mensagem nunca foi tão verdadeira. O arsenal de gadgets do Homem-Morcego nunca parece servir ao propósito do gameplay (com excessão do Batmóvel) e sim a favor da imersão. Você nunca tem a impressão de que há um desafio proposto que só pode ser vencido por uma determinada ferramenta das Industria Wayne por que o jogo quer que você use aquela gadget agora e sim porque você se sente como alguém preparado para qualquer eventualidade.

Como eu disse no início do post, a Rocksteady está apresentando essa como se fosse a última aventura de Bruce Wayne dentro desse universo, ou pelo menos encerrando esse arco de forma definitiva e depois que essa realidade passa a integrar a história de Arkham Knight o jogo fica muito mais épico.
Vilões e aliados tomam posições definitivas, há baixas de figuras icônicas do universo Batman e ao longo do jogo, jogador e personagem começam a perceber que esse é o fim da linha para o Homem-Morcego seja qual for o desfecho da história.
Uma das minhas ideias favoritas em Arkham Knight é que o jogo só apresenta seu final completo quando você completou 100% do jogo e de fato retomou Gotham dos criminosos.

Há vários detalhes inspirados em Arkham Knight, desde a representação de momentos chaves do gibis até os momentos espetaculares do Coringa, há sempre algo de especial acontecendo, como se o fato de o jogo ser simplesmente ótimo não fosse o bastante para a Rocksteady.

                
               

Os fãs dos gibis e da série animada do Homem-Morcego também vão perceber vários easter-eggs, como o nome dos troféus e conquistas ser diretamente tirado do título de revistas do Batman ou a famosa frase na voz de Kevin Conroy (perfeito como sempre): "Eu sou vingança, eu sou a noite, eu sou o Batman!".



A propósito, eu duvido alguém não se empolgar quando Batman solta essa pérola no jogo.
Me desculpem os que gostam de jogos dublados, mas a voz do Batman dublado nesse jogo é um lixo.

Aparentemente a série chega ao fim com seu melhor título. Eu tive o privilégio de jogar e postar resenhas sobre todos os títulos da série aqui no blog: Arkham Asylum, Arkham City e Arkham Origins.
 Eu gosto muito de Arkham Asylum e o elegi o melhor jogo da minha lista do Xbox 360, mas na minha opinião Arkham Knight supera seu antecessor em todos os aspectos. A série Arkham mudou a forma como jogos de super-heróis eram percebidos e criou todo um universo incrível que poderia ser teoricamente expandido para outros heróis da DC. Se a Rocksteady vai ter coragem de tentar trazer para a tela da 8ª geração alguém como o Homem de Aço, uma tarefa considerada impossível por muitos, permanece um mistério. Mas uma coisa é certa, se eles fizerem eu vou comprar. 

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Cavaleiro das Trevas Ressurge: Spoilers, Spoilers e mais Spoilers!!!


O Cavaleiro das Trevas Ressurge estréia dia 20 desse mês, para aqueles que não querem esperar aqui vão diversos spoilers de alguém que supostamente teve acesso a uma sessão do filme.

Obs: O original era em inglês e devido a minha correria ultimamente eu tive que utilizar o tradutor do google e dar uma rápida revisada, no geral a tradução não é muito boa mas da para entender a ideia geral.

Leia por sua conta e risco...

Quem morre: Lucius, Bane, capangas, muitas outras pessoas, maus, mocinhos, rapazes ricos, etc

Quem sobrevive: Batman, Alfred, Gordon, Blake, Selina, Miranda .........


Bane: bad ass, protegido de Ras, amigo de Talia (Miranda). Colocou seu plano em prática anos atrás, e foi reconstruindo lentamente a Liga das Sombras, enquanto se preparava para começar invasão em Gotham. Conhecido em todo a comunidade de inteligência internacional. Muito brutal, muito assustador, mas aparentemente não louco, no sentido de que ele parece estar sempre no controle e passos à frente de seus adversários. Os pais foram mortos quando era criança e ele foi criado e educado por Ras, que ficou muito impressionado com ele, teve um breve relacionamento com Talia, mas após o acidente que ele sofre, ele evita os avanços dela, devido a sua máscara e sua recém-descoberta deformidade. Ele usa a máscara para esconder sua dor, e por causa de um distúrbio neurológico que faz com que seja difícil para ele controlar seu corpo. Isso afeta seus níveis supra-renais também. Ele não é o líder da Liga, mas ele divide a liderança com Talia. Eles discordam, às vezes, em especial quando ele mata.
Primeira aparição em Gotham é na bolsa de valores, a segunda é no estádio e a terceira é quando ele retorna 6 meses mais tarde, como prometeu em seu discurso no estádio de futebol. Há uma cena que ele mata o prefeito na frente de todos, e diz a população para tomar o controle de Gotham ou ele vai fazer isso por eles. Gotham cai em um inferno caótico após isso, graças também a ausência de Gordon, e ao desaparecimento de Batman. Tudo que o homem-morcego construiu até esse ponto é desfeito e ele resolve ressurgir. Esta parte da história se passa durante metade do filme e há muita coisa que acontece.

 Mulher-Gato (Selina):Ladra, parte do grupo de Gotham que é recrutado para aprontarem as coisas para quando a Liga atacar. Responsável por uma seqüência de furtos, que parecem centrados nos ricos. Ela é vista pela primeira vez na mansão Wayne como empregada doméstica a quem Bruce pega roubando. Ela foge, e eles voltam a reunir-se em um baile de caridade em Gotham ele visita com Miranda. Bruce a confronta e eles dançam, e logo depois ela rouba seu carro. Bruce fica fascinado por ela, já que ele entende que ela diz que é adaptável quando ele sugere que o vestido dela não é muito útil para um ladrão, e ele finalmente percebe que ela não precisa usar nada de especial para fingir ser sua esposa e roubar seu carro.
Ela muda de lado por algumas razões. Uma delas é que ela nunca imaginou que Bane atingiria os extremos que ele atinge. A segunda é que ela fica chocada quando descobre que Batman era na verdade Bruce Wayne, e a terceira é que ela se preocupa com sua protegida (interpretado por Juno Temple) e teme o que vai acontecer com ela, e outros como ela, se Bane continuar e concluir seu plano. Ela se une a Batman, e luta contra Talia, uma boa luta, e no final ela se torna a Mulher gato de sempre. Não é boa, não é ruim, apenas descomprometida com as causas alheias e parte do folclore de Gotham. Ela tem uma cena com Bruce, no final, na qual eles conversam na frente do túmulo dos pais de Bruce, e falam sobre o futuro.

BATMAN: sobrevive, e de fato é "quebrado" na primeira luta com Bane. Mulher Gato o atrai para onde Bane queria e fecha o portão. Mas antes de chegarmos muito longe, vamos discutir Bruce.
Bruce assumiu em tempo integral as Indústrias Wayne, que se tornaram maior e mais influente do que nunca com a ajuda de Talia e Fox. Bruce é visto como um rico esnobe, que não é melhor do que qualquer outro rico esnobe de Gotham. Mesmo que ele desenvolva muito mais pesquisas e filantropia do que outros.
De qualquer forma, o uso da bengala revelado no trailer é o o que se esperava. Descobrimos que ele realmente não precisa, porém, e ele usa isso como uma razão / desculpa por que ele não possa ser o Batman mais, uma de muitas. Mas nós descobrimos logo antes da primeira luta contra Bane e durante sua conversa com Gordon no hospital, que ele não está tão ferido como ele deixa transparecer, embora ele não esteja na mesma forma que estava em Cavaleiros das Trevas.
Batman depois, que Gordon implora a ele, decide que deve colocar a máscara novamente. Ele finalmente é levado ao covil de Bane, e luta contra alguns de seus homens, ele então vê Seline e persegue-a até o subterrâneo, onde ela pretendia atrai-lo para Bane. Eles lutam, e Batman mal consegue enfrentar Bane. Bane aparentemente quebra vários ossos de Wayne, incluindo seu joelho. Ele, então, parece estar pronto para agarrar seu pescoço, mas em vez disso arranca a sua máscara, e empurra-o para baixo. Bane , então o aprisiona.
Batman permanece preso pela Liga das Sombras, descobre mais sobre a máscara de Banes e tal, bem como alguns dos planos do terrorista, e alguns dos segredos de Bane. Bruce finalmente escapa através de grande esforço, e retornar a Gotham. Bruce leva 6 meses para se recuperar, e retorna a Gotham após uma grande fuga e tentativa de escapar da prisão-poço de Bane, refletindo um pouco um reflexo do que aconteceu em Batman Begins com seu pai, só que desta vez ele é quem deve sair sozinho.
Ele reencontra Lucius e depois Alfred, bem como Selina que estava escondido na mansão depois de sua fuga da prisão. Eles unem-se, e Batman reúne-se com Gordon nas ruas em uma cena muito legal.
Durante esse tempo, ou antes, se bem me lembro Miranda é revelada, como Talia, e como Lucius descobre isso e Bane o mata como ele veio atrás dele. Isto irrita Miranda já que ela gostava de Fox e lamenta que ele foi morto. Isto REALMENTE enfurece Bruce. Ele fica ainda mais louco quando ele descobre que Miranda estava envolvida.
Batman reune seus aliados e eles tem um enorme confronto com as forças da Liga das Sombras nas ruas de Gotham. Batman e Talia tem uma cena juntos e ela explica que ela é filha RAs, via flashback, vemos Ras jovem no passado. Você também vê isso quando Bane explica sobre Ras na prisão.
De qualquer forma Batman persegue Bane de volta para seu esconderijo, e lutam mais uma vez, desta vez, com Batman emergindo como vencedor, e Bane concedendo a vitória, pouco antes de retirar a sua própria máscara, e deixar-se morrer, como ele, aparentemente, não consige respirar corretamente sem a máscara. Miranda chora ao ver Bane morrer e desaparece definitivamente.
No final, Batman decide que ele permanecerá como Batman, desde que Gotham precisa dele, principalmente agora que o período de reconstrução certamente trará tempos difíceis, e como Batman é agora bem quisto pela população, ele deve continuar a fazer o que ele pode, porque ele pode. Alfred concorda e diz que Batman como um símbolo só funciona porque Bruce faz com que funcione, ele é talvez o único que pode fazê-lo funcionar.
Alfred fala com Bruce na caverna sobre o quão bem ele trabalhou com Selina e, talvez, ele deve encontrar alguma ajuda que ele possa confiar. Bruce diz que não saberia sequer onde procurar por alguém assim. Enquanto Alfred brinca que ao menos seria bom ter alguma ajuda em torno da mansão, como cuidar da caverna, é muito para um homem velho.
Alfred brinca que talvez Bruce possa levá-lo ao circo para uma muito necessária noite de folga. Mencionando os "Graysons Voadores" que apresentam um ótimo espetáculo de acrobacia. Bruce diz que ele não pode esta noite, mas que eles irão antes de o circo deixar a cidade. O filme termina com Gordon comemorando a reconstrução da delegacia de Gotham depois de Bane te-la destruido. E mais uma vez brilha o Bat-sinal em honra aos esforços do Batman.

 Miranda Tate / Talia: ela está nas sombras a maior parte do filme e aparece um pouco no início, como a namorada de Bruce, com quem ele têm uma relação bastante passional. Ela é uma das diretoras das Empresas Wayne e uma das rasões de a empresa estar indo excepcionalmente bem. Quando Bruce desaparece ela assume definitivamente as empresas enquanto Fox está ocupado lidando com formas de encontrar Bruce, e outras coisas.
Sem que ele soubesse Talia estava utilizando as empresas Wayne para secretamente construir a liga, com armas, financiamento, e para ajudar a criar o ponto de apoio para que eles possam por seu plano de destruição de Gotham em ação. Ela é descoberta por Lúcius como sendo a líder da Liga, bem como muitas outras coisas. Quando ela é descoberta, em seguida, ela mostra suas verdadeiras cores, e se une com Bane, depois que Bane mata Lucius.
Ela então revela quem ela é quando ela e Bruce quando se encontram, ele fica chocado que ela teve a vontade e a coragem despistá-lo como ela fez e por quanto tempo ela fez. Ela aparentemente ficou com Wayne por bastante tempo. Ele fica muito triste e irritado com isso. Mas parece se preocupar mais com Bane, e vê-lo como uma ameaça menor.
Ela luta com Selina como Batman luta com Bane. Ela se mostra ser uma adversária formidável como lutadora e dá Selina tudo o que ela pode suportar antes de ser finalmente derrotada. Enquanto Bane é derrotado por Batman ela recobra a consciência, para testemunhar isso.

John Blake: não assume o manto do Batman, nem nada disso. Na verdade ele assume o papel que seria de Gordon por algum tempo e é apenas um bom policial que ajuda no esforço para conter as forças de Bane. Ele é ainda parte integrante do plano de como ele retransmite a Gordon que Batman pode ainda estar vivo, e ele também tem um papel importante em ajudar na batalha final. Fica implícito que com o tempo ele pode assumir o cargo de Comissário, ele é promovido a tenente no final.

Gordon: Gordona age tipicamente, faz seu trabalho, ajuda a liderar o caminho, mas fica confuso no início do filme em uma briga com Bane e seus homens, ele apela a Bruce que volte a vestir a máscara depois que ele vai visitá-lo no hospital. Então, quando ele se cura, ele é um pouco impotente para fazer qualquer coisa já que todo mundo tem medo de se envolver, uma vez que Bane avisou que iria causar estragos (terremotos com sua máquina). Gordon, porém, fica muito feliz ao descobrir que Batman está de volta e, em seguida, junto com Blake convence a polícia que eles têm que lutar depois que a cidade é isolada ao ter suas pontes explodidas.

Pequenas Revelações:

A máscara de Bane sai apenas quando ele tira. Ele parece não dormir com ela, e usa um tipo de respirador que não é tão desconfortável. Quando ele é subjugado por Batman, ele admite a derrota. Ambas as lutas com Batman, na verdade são três, são todas muito desagradáveis e brutais. Bane é claramente páreo para Bruce. Mas sua história é semelhante a de Bruce, e talvez até pior já que ele não cresceu com a riqueza como Bruce fez, e viveu uma vida muito difícil. Além disso, seu plano é muito grande em extensão e infalível, sim ele tem um colete à prova de bala, assim como alguns membros de sua equipe, tornando-se difícil ter um tiroteio com eles.


Miranda parece ser a verdadeiro líder da Liga, apesar dos comandados respeitarem muito Bane.


Selina, é muito volúvel em suas lealdades, mas é claro que ela não é uma má pessoa. Ela deixa claro que ser boazinha não vai ser uma escolha para a vida toda.

Ela tem uma melhor amiga que é mais jovem e ela cuida. Ela adora roubar é muito bom no que faz, e ela tem um arsenal escondido em seu esconderijo. Ela se escondeu na mansão Wayne quando ela escapou da prisão para se esconder da polícia e de Bane, apenas para ser descoberta com o retorno de Bruce.


Bane se mata quando Batman bate nele, ele sente que não tem outra escolha, que Batman provou sua vitória, e que por isso seus ideais devem prevalecer.


O filme tem uma vibe maior de quadrinhos ele segue mais a linha de Begins do que do Cavaleiro das Trevas.


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Quadrinhos - Os Maiores Heróis do Mundo

Resolvi tratar da série em quadrinhos que sempre me fascinou: "Os Maiores Heróis do Mundo". O título não é nem um pouco humilde, mas a minissérie faz juz ao título. Composta de seis títulos a série dá um tratamento ótimo aos clássicos heróis da DC, mostrando como eles se envolveriam em problemas reais do mundo e não apenas lidando com super-vilões.
Os títulos são "Super-Homem: Paz Na Terra", "Batman: Guerra ao Crime", "Shazam!: Poder da Esperança", "Mulher Maravilha: Espírito da Verdade", "Liga da Justiça: Origens Secretas" e "Liga da Justiça: Liberdade e Justiça".
Os desenhos de Alex Ross são fotorealistas e impecáveis e o roteiro de Paul Dini (responsável por diversos trabalhos em quadrinhos e mais recentemente os roteiros dos jogos Arkham Asylum e Arkham City) tocante e inspirado.

SUPER HOMEM - PAZ NA TERRA


Umas das obras mais emocionantes que eu já li nos quadrinhos, quase me levou as lágrimas. O tom serene e profundo fazem com que a estória do envolvimento do Homem de Aço no combate a fome mundial encontre um espaço especial no coração de cada leitor. A narração quase poética e a relação complexa da fantasia e da realidade que os quadrinhos sempre tentam solucionar encontram seus expoentes máximos nessa obra-prima que nem sempre recebe o merecido reconhecimento.

BATMAN - GUERRA AO CRIME

Guerra ao Crime mostra o Homem-Morcego considerando que Bruce Wayne deveria se preocupar com as vítimas de crimes tanto quanto o Batman se preocupa com os criminosos. O tom pesado do texto apenas mostra que Batman não se encontra cada vez mais distante das vítimas que salva mas sim que ele nunca deixou de ser uma delas, desde o assassinato de seus pais.
As passagens mais interessantes são aquelas nas quais podemos observar Bruce Wayne ponderando os caminhos que sua vida poderia ter tomado caso ele fosse apenas mais um playboy ou mesmo tivesse perdido os seus pais e não tivesse os recursos que tem. Ainda que não tenha o impacto da obra do Super-Homem, Batman - Guerra ao Crime é um trabalho muito mais realista e maduro do que diversas outras obras do Homem-Morcego.

SHAZAM! - O PODER DA ESPERANÇA

Uma história simples e edificante do Capitão Marvel mostra ele sendo convidado por uma médica a comparecer ao Centro de Tratamento de Crianças no Hospital. Alternando entre Billy Batson, seu jovem alter-ego, e o imponente Capitão Marvel, o humano mais poderoso da Terra se emociona com o contato com as crianças que precisam dele para recuperar o que lhes é mais necessário: esperança. Uma estória muito tocante e o tipo de quadrinho que eu pretendo ler para o meu filho.

MULHER-MARAVILHA - ESPÍRITO DA VERDADE


Em mais uma obra inspirada Alex Ross e Paul Dini agora examinam a relação da Mulher-Maravilha com a humanidade. É interessante e de certa forma muito realista vermos a guerreira amazona analisando seu uniforme, sua relação com as mulheres do mundo e até mesmo o porque de ela não utilizar uma identidade secreta. Uma das mais inteligentes obras da série que não fica devendo em emoção aos quadrinhos mencionados acima.

LIGA DA JUSTIÇA - ORIGENS SECRETAS

Inicialmente imaginada como uma série de apenas quatro revistas o sucesso atingido pelos desenhos de Alex Ross e pelo roteiro de Paul Dini foram tamanhos, tanto com o público como com a crítica, que a DC pediu que eles dessem o mesmo tratamento para a Liga da Justiça.
Origens Secretas é mais um apêndice de Liga da Justiça: Liberdade e Justiça, contando as origens dos demais integrantes da Liga da Justiça e apresentando as entrevistas de Alex Ross e Paul Dini sobre a experiência de escrever essa série e o que esperar de "Liberdade e Justiça". Como capítulo separado é o mais fraco da série mas como acessório para a história da Liga da Justiça é extremamente interessante.

LIGA DA JUSTIÇA - LIBERDADE E JUSTIÇA
Liberdade e Justiça tem a grande vantagem de conseguir apresentar uma ameaça global digna dos esforços da Liga da Justiça preservando o tom realista dos outros volumes da série. Não há mega-planos, nem super-vilões. É reconfortante ver que depois de todos os bem-sucedidos volumes anteriores, que foram cada vez mais construindo a expectativa de uma estória épica que envolvesse os integrantes da Liga, a estória apresentada faz jus a qualidade entrega anteriormente. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Quadrinhos - Zumbis Marvel

Como eu não tenho tempo nem paciência de acompanhar quadrinhos em séries ilimitadas, eu prefiro me fixar em Graphic Novels, One-Shots e Minisséries. Todas histórias com personagens interessantes, mas terial de alta qualidade e ínicio, meio e fim.
Eu já falei sobre duas séries excelentes da DC, Batman - O Cavaleiro das Trevas e Batman - Ano Um, ambas de Frank Miller, ambas sobre o Cavaleiro das Trevas e ambas da DC. Pois muito bem, resolvi tratar um pouco da Marvel.
Zumbis Marvel é um projeto bizarro mas que fez muito sucesso e se tornou em uma série. A idéia é de que de uma forma ou de outra os super-heróis Marvel acabam sendo transformados em zumbis (normalmente em uma infecção causada por um virus extra-dimensional) e acabam assumindo papéis de protagonistas e antagonistas no caos que se segue.
Vou tentar descrever e analisar as revistas de forma cronológica dentro da história.

Zumbis Marvel vs Exército das Trevas
Em um crossover bizarro o herói Ashley Williams da série Uma Noite Alucinante chega a um dos ínumeros universos paralelos Marvel e tenta explicar aos heróis dessa realidade sobre uma iminente chegada da epidemia de mortos-vivos. Desacreditado ele acaba tendo que lidar praticamente sozinho com o problema enquanto o mundo desmorona ao seu redor.    
A minissérie tem 5 capítulos e mesmo sendo engraçada e ágil a HQ não foca muito nos personagens da Marvel, com excessão do Doutor Doom, que ganha um papel de destaque, e foca mais no personagem de Ashley. Para aqueles que não assistiram, ou não lembram dos trejeitos de Ashley em Uma Noite Alucinante, boa parte da graça da HQ é perdida. A estória não explica como a epidemia se originou, mas faz um bom trabalho em estabelecer o conceito de universos paralelos (com pequenos diferenças entre si) dentro do univeros Marvel. No caso dessa realidade paralela em questão a única diferença que eu pude notar é que o Capitão America se chama Coronel América.

Zumbis Marvel: Dead Days
Focada inteiramente no heróis da Marvel essa edição única mostra os acontecimentos paralelos a série do "Exército das Trevas". Há novas informações sobre o vírus que causa a tranformação dos personagens mas a causa ainda não é revelada. A HQ tem tempo de mostrar aspectos mais práticos da epidemia, como a racionalização dos heróis para as atrocidades que eles estão fazendo e a frágil resistência que tenta se formar com alguns poucos super-heróis no porta-aviões voador da Shield.

Ultimate Quarteto Fantástico 21-23
Em seguida foi a vez do Quarteto Fantástico ter, não uma edição especial, mas sim uma história do universo zumbi inserida em três edições do Quarteto Fantástico do universo Ultimate.
Para aqueles confusos, a parte referente a universos paralelos é essencial a história dos Zumbis Marvel, porém não é unica deles. Já existia o universo "Ultimate" onde uma versão mais jovem do Quarteto Fantástico age.
Pois muito bem, de alguma forma o Reed Richards do universo dos Zumbis (o mesmo que vimos nas edições de Dead Days e Exército das Trevas) conseguiu se comunicar com o Reed Richards do universo Ultimate e convencê-lo de que ele precisava contruir um teleporte interdimensional para que ele pudesse ajudar o Reed Richards zumbi (que usava hologramas para se disfarçar e poder se comunicar com o Ultimate Reed) em uma missão especial. Mas isso era mentira e não passava de um plano dos zumbis para tentarem se teleportar para o universo "Ultimate". O Quarteto Fantástico Ultimate chega a ir para a dimensão dos zumbis mas consegue escapar com a ajuda de Magneto que aparentemente é um dos últimos não infectados e fica para trás para destruir o teleportador impedindo que os zumbis passem para o plano Ultimate.

Zumbis Marvel
 Uma série de cinco volumes lançada explusivamente sobre os zumbis. Ela começa imediatamente depois do fim da série do quarteto fantástico. Magneto tem que lidar com a horda de zumbis atrás dele depois de ele ter ajudado o "Ultimate" Quarteto Fantástico. As coisas se complicam com a chegada do Surfista Prateado e de Galactus. A conclusão da história mostra um terror sem fim e não mais restrito ao planeta terra.
Essa série põe pela primeira vez os zumbis como protagonistas ao invés de antagonistas da história. Eles arguementam entre si, fazem planos e combatem. Todos são obrigados a lidar com as grotescas metamorfoses causadas pela transformações em mortos-vivos. Aqui a estória realmente toma contornos de terror. O clima é bem mais pesado do que nas outras histórias até agora.

Ultimate Quarteto Fantástico 30-32
 Retomando a história do universo Ultimate o Quarteto Fantástico enfrenta problemas com a sua cópia zumbi que havia escapado do universo zumbi e vindo para a dimensão deles. No fim os problemas são resolvidos e o Doutor Destino do universo Ultimate vai parar na dimensão do zumbis, salvando o mundo todo.


Pantera Negra 27-30
O Pantera Negra, Ororo, o Coisa e o Tocha Human do universo Marvel principal também acabam se também acaba se envolvendo com o universo Zumbi em suas histórias. Ao ficar no Edifício Baxter com o Tocha Humana e com o Coisa, na ausência do Sr. Fantástico e da Mulher-Invisível, o Pantera Negra e sua esposa Tempestade acabam sendo teleportados para outro planeta ao lidarem com um monstro inter-dimensional e quando esse mesmo planeta é invadido pelos Zumbis Marvel (agora detentores dos poderes de Galactus, após o terem devorado) eles percebem que também foram parar em um universo paralelo.
Todo o planeta Skrull é consumido pelas versões zumbis de Wolverine, Homem-de-Ferro, Homem-Aranha, Hulk, Johnny Cage e Henry Pym.


Zumbis Marvel 2 
Depois de consumirem toda a comida e planetas do seu universo, os Zumbis Marvel decidem voltar a terra depois de 40 anos do ínicio da infecção zumbi, com a intenção de tentar reparar a máquina inter-dimansional de Reed Richards para que eles possam achar comida em outra dimensão.Enquanto isso na terra alguns poucos sobreviventes liderados por um idoso Pantera Negra tentam sobreviver a essa nova ameaça. 

Zumbis Marvel 3
A praga zumbi chega ao Universo Marvel principal através do Nexus das Realidades localizado em algum lugar dos Everglades na Flórida. Lá uma versão Zumbi de Deadpool ataca uma equipe de heróis da Marvel e o resultado é devastador. Apesar de trágica a situação consegue ser contida e uma infecção em larga escala do Universo Marvel original é contida. Tentado evitar que uma possível nova infecção aconteça a A.R.M.O.R (uma organização governamental ainda mais secreta do que a S.H.I.E.L.D) trabalha em uma vacina para inocular os heróis da Marvel. 
Homem-Máquina e Jocasta viajam para  a dimensão dos zumbis afim de conseguir uma amostra de DNA para que a vacina possa ser produzida. Depois disso as coisas saem rapidamente do controle quando Homem-Máquina e Jocasta descobrem o que aconteceu com  a versão zumbi do Rei do Crime. 
Essa é a versão que menos menciona rostos conhecidos do Universo Marvel, eu nunca havia ouvido falar do Homem-Máquina mas é um personagem muito interessante. Um dos pontos interessantes desse gibi é que pela primeira vez o Universo Marvel principal é vítima da infecção e da ameaça zumbi.

Zumbis Marvel 4 
Depois dos acontecimentos narrados em Zumbis Marvel 3, Deadpool (pelo menos a cabeça de sua contra-parte do universo zumbi) e Simon Garth, um zumbi original do Universo Marvel principal que estava sendo retido pela A.R..M.O.R. para estudos, escapam durante a batalha são capazes de se teleportar para o fundo do oceano. A equipe dos Filhos da Meia-Noite é formada pára lidar com a ameaça da fuga dos dois depois que eles mordem habitantes do fundo do mar e essas criaturas atacam um cruzeiro.
Os personagens são bem trabalhados (porém um tanto exóticos demais) e suas personalidades são satisfatoriamente delineadas. Ao contrário do ínicio da saga dos zumbis Marvel, onde a estranheza predominava e uma das atrações da série era ver os heróis clássicos despreparados para lidar com esse tipo de problema, nesse título ficou claro que a dessa vez a Marvel designou "heróis" de sua linha de terror para lidar com o problema. É interessante ver como esses personagens se saem bem melhor do várias lendas do universo Marvel. 

Zumbis Marvel - O Retorno
Sequência direta dos acontecimentos de Zumbis Marvel 2 quanto depois de superarem a vontade de comer carne humana os zumbis Marvel restantes (Homem-Aranha, Gigante, Wolverine são traídos e teleportados para diferentes pontos do multiverso. 
O Homem-Aranha foi para na Terra-Z um dos universos Marvel que estava intocado pela praga, ele acaba assassinando seus inimigos naturais dessa dimensão e acaba causando a morte do Homem-Aranha deste universo. 
Gigante apareceu na base do Vigia e o comeu, depois atacou as Industrias Stark para conseguir acesso ao teleporte interdimensional do Vigia. Ele consegue seu objetivo e ataca a base lunar de Trovão Negro e Medusa. Quando o Hulk dessa dimensão retorna de um exílio imposto por esses Vingadores. 
Wolverine aparece  na mesma dimensão e é detido pelo Wolverine da Terra Z com a ajuda do Homem-Aranha Zumbi. 
Essa é uma das melhores sagas da série pois mostra um arremedo de Liga da Justiça (?) no universo zumbi e como eles entram em confronto com o os heróis Marvel zumbis. Dos zumbis do universo Zumbi original apenas Homem-Aranha e Gigante permanecem, em lados opostos do conflito que dura anos. Essa sequência da série também ganha pontos por mostrar o que aconteceu com a Vespa, o Pantera Negra e Johnny Cage do universo zumbi quando eles tentaram invadir essa dimensão para parar o avanço da praga zumbi. 
No fim a aparição do Vigia, parece criar um lapso temporal no qual os últimos zumbis restantes nessa dimensão causaram a infecção inicial na dimensão zumbi. 

Zumbis Marvel - Evolução Maligna
Nessa edição é apresentado um crossover entre os zumbis e os macacosMarvel. Ela explica algumas das perguntas restantes sobre a origem da praga de zumbis e está situado cronologicamente depois de Dead Days. Gigante e Vespa tentam invadir o mundo símio e isso traz graves consequências ao mundo zumbi.
Os macacos Vingadores resolvem fazer um ataque preventivo a dimensão zumbi e isso traz consequências graves para os dois lados.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Quadrinhos - Batman, Ano Um

Resolvi falar sobre mais um gibi do Batman. A história foi lançada em 1987 e conta a origem do Batman. Conforme a própria introdução do gibi esclarece, a DC  à época via seus super-heróis como datados, e pretendia revitalizá-los recontando suas origens. Porém não havia nada de errado com a origem do Batman, sua mitologia já era perfeita. Entretanto se imaginou que seu ínicio como herói poderia ser mais aprofundado e Frank Miller, tendo tido a experiência de tratar do Homem Morcego em O Cavaleiro das Trevas, que havia sido lançado a pouco tempo poderia ser a pessoa certa para o trabalho. Miller teve a liberdade necessária para  mostrar melhor o ínicio da carreira de vigilante de Batman e seu relacionamento com o então Tenente Gordon.
Talvez a estória soe pouco inédita para a geração que conheceu Batman através de Batman Begins (que notoriamente tirou boa parte de sua inspiração dessa estória) mas o roteiro inteligente de Miller aliado ao traço mais refinado de David Mazzucchelli mostram a força da obra. Ainda que não tão impactante como O Cavaleiro das Trevas, Batman - Ano Um mostra de forma mais realista a saga de Batman quando ainda se iniciava. A estória começa com a chegada de James Gordon a Gotham City e com o retorno de Bruce Wayne à cidade e vai aprofundando o relacionamento dos dois.
Um trabalho ótimo preparado para que todo o leitor possa observar o humano por trás do homem-morcego.


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Quadrinhos - O Cavaleiro das Trevas (+ elenco para o filme)

Bom conforme eu havia dito no post anterior eu pretendo falar periodicamente de quadrinhos aqui no blog e fazer algumas resenhas. Resolvi começar com essa obra-prima de Frank Miller que é um marco dos quadrinhos.
Batman- O Cavaleiro das Trevas, foi originalmente lançado em Junho de 1986 em uma série de quatro volumes.


O primeiro volume mostra Bruce Wayne aposentado, com 55 anos e sem aparecer como Batman há pelo menos dez anos. Para a maioria dos jovens Batman é apenas uma lenda. Gotham City se tornou um cidade decadente e assolada por uma gangue de criminosos conhecida como "Os Mutantes". Harvey Dent está prestes a ser liberado do Asilo Arkham depois de passar por uma extensa cirurgia plástica que lhe devolveu seu rosto, o Coringa está em estado catatônico, também no Asilo, desde o desaparecimento de Batman. Alfred está na casa dos 80 anos e o comissário Gordon com 70 anos à um mês de sua aposentadoria.  Bruce Wayne e Dick Grayson, o primeiro Robin, já não se falam a sete anos, depois que Jason Todd, o segundo Robin, foi morto.
Quando uma onda de calor e violência atingem Gothan e Bruce Wayne vê o retorno de um velho inimigo, as lembranças de Batman se tornam fortes demais e o Cavaleiro das Trevas se vê obrigado a voltar a ação.

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No segundo volume da saga de Frank Miller, acompanhamos Batman enquanto ele se envolve no conflito com a gangue dos Mutantes. Há o surgimento de um novo Robin, a jovem de Carrie Kelly de apenas 13 anos de idade. O comissário Gordon e obrigado a se aposentar, enquanto o Coringa desperta e convence o seu psiquiatra de que ele está curado de sua insanidade e de que se arrepende honestamente de seus atos. Com o agravamento do conflito com os mutantes desde o retorno do Batman, o Presidente dos Estados Unidos pede ao Super-Homem que interfira em Gotham City. Batman e o líder dos mutantes colidem em duas batalhas sanguinárias.
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Batman  continua sua guerra as gangues de Gotham, enquanto ele e o Super-Homem tem seus destinos cruzados. O comissário Gordon se aposenta e dá lugar à uma nova comissária de polícia que é contra os métodos do Batman. O Coringa vai atrás da Mulher-Gato e põe em andamento um plano que o levará a um confronto definitivo com o Cavaleiro das Trevas.
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Um conflito nuclear se aproxima e o Super-Homem precisa intervir.  Enquanto o caos total toma conta de Gotham, o Homem de Aço e o Cavaleiro das Trevas se preparam para se enfrentar em uma batalha épica.
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Qualquer pessoa que lê o gibi percebe que ali há material para um filme excepcional. Não que eu seja do tipo que acha que todo o gibi deva ser transformado em filme, particularmente eu não acho que Watchmen (apesar de ter ganhado um bom filme) precisava ter sido transportado para a tela grande. Mas é quase impossível deixar de pensar em O Cavaleiro das Trevas como material de cinema. Com uma censura entre 16 e 18 anos e um diretor estiloso e com a mão pesada, e que não se intimide com a violência essa poderia ser uma obra-prima. Minhas indicações seriam David Cronenberg, David Fincher, José Padilha, os irmãos Cohen ou Zack Snider.

Quanto ao elenco se o filme fosse realizado dentro dos próximos anos minhas indicações seriam:


Batman / Bruce Wayne - Mickey Rourke
Aos cinquenta e cinco anos Wayne ainda é uma montanha imparável de músculos e força bruta, o que o tempo tirou em agilidade ele compensa em inteligência. Na minha opinião Rourke seria a combinação ideal de talento, força e fama para poder encarnar a visão de Miller do Cavaleiro das Trevas.


Robin/ Carrie Kely - Elle Faning
Uma jovem de apenas 13 anos de idade que após ser salva por Batman de um ataque dos mutantes resolve ser a nova parceira do Cavaleiro das Trevas. Sua agilidade, inteligância e coragem surpreendem Batman e ele rapidamente se afeiçoa a ela. A pequena Elle Fanning tem a idade apropriada e poderia ser a escolha certa.


Alfred Pennywoth - Peter O'toole
Na casa dos oitenta anos o fiel mordomo de Bruce Wayne assumiu também a função de enfermeiro do homem morcego. O'toole que sempre foi um grande ator mas parece cada vez mais desgastado pela idade avançada e também está na casa dos oitenta seria a escolha perfeita para o papel.


James Gordon - Clint Eastwood
O comissário Gordon de Miller é um defensor da lei tão implacável quanto o Batman, apesar da idade avançada e da aposentadoria obrigatória, ainda há uma raiva e uma retidão moral imutáveis no personagem. Eastwood seria a minha aposta.


Harvey Dent / Duas Caras - Ray Liotta
Agora na meia-idade, o rosto de Harvey Dent foi recuperado com cirurgia plástica e seu médico lhe dá um atestado de saúde mental. Ele ainda é o Duas-Caras em sua mente, e aterroriza a cidade com o rosto envolto em bandagens. Aqui eu iria com alguém mais barato (afinal o filme teria que ser viável não é) e que parece mesmo ter tido o rosto reconstitúido: Ray Liotta.


O Coringa - Jeremy Irons
Arqui-inimigo do Batman, que desperta de um estado catatônico ao saber do reaparecimento do Homem-Morcego. A obsessão do Coringa com o Batman é mostrada ao extremo, beirando a atração obsessiva. Jeremy Irons conseguiria fazer um Coringa que colocasse medo em todo mundo.


Oliver Queen /Arqueiro Verde - Jeff Bridges
Após a proibição de todos os super-heróis, ele empreende uma carreira clandestina de terrorismo contra a opressão do governo, incluindo o naufrágio de um submarino nuclear. Ele perdeu o braço esquerdo anos atrás e culpa o Super-Homem por isso. Ele ainda é um atirador formidável, usando seus dentes para lançar  suas flechas. O oscarizado Jeff Bridges poderia encarnar Oliver com maestria.


Clark Kent / Super-Homem -  Jon Hamm
Agora simplesmente um fantoche para o governo dos EUA. Seus monólogos internos mostram que ele detesta ter que ser uma arma do governo, mas a vê como a única maneira de ser capaz de fazer algo de bom. Enquanto Kal-El permanece sem envelhecer ele demonstra uma aparência mais madura. Jon Hamm se parece exatamente com o Super-Homem de Miller e além do mais já demonstrou ser um bom ator. 

E você já leu os quadrinhos? Tem alguma sugestão para os papéis? 
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