Páginas

Mostrando postagens com marcador Groover Séries. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Groover Séries. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Groover Séries - Retornando a Ilha de Lost


Eu sei que falar de Lost hoje em dia é como falar  sobre Nintendo 64, ninguém mais quer saber disso. Mas que se dane porque Lost é um grande exemplo de algo ótimo que eu simplesmente abandonei em algum momento da minha vida dizendo a mim mesmo que eu voltaria mais tarde para buscar e acabei nunca mais aparecendo.
Eu me deixei convencer pelas críticas ruins das últimas temporadas e nunca olhei os últimos episódios. Na verdade eu nem sei onde parei. Para matar de vez a minha esperança de desenvolver interesse o suficiente para voltar a assistir o seriado a minha colega de trabalho me prestou o desserviço de contar o final. Todos esses foram golpes fortes e me afastaram do que uma vez havia sido um grande prazer para mim.
Eu assisti Community, The West Wing, Dexter, Lie To Me e até tentei o primeiro episódio de Big Love. Community me faz gargalhar como e muito tempo eu não fazia, West Wing desperta o meu dever cívico e varre um pouco da poeira do cinísmo que se depositou durante os anos, Dexter lida com a parte psicológica e se tornou uma grande novela para mim a para a Fabi e Lie To Me me parecia cool até eu perceber que simplesmente não era. Eu não posso dizer que vou assistir qualquer outro epísódio de Big Love por que um filme de terror não seria tão assustador quanto essa série. Um cara com três esposas? Sério, o que poderia ser pior do que ter três esposas e sete filhos e sustentar três casas diferentes? Façam uma série sobre um cara sua esposa e suas duas amantes... Mas chega de Big Love, vamos voltar a Lost.
 Outro ponto que foi que REALMENTE me fez desistir de Lost foi o fato de eu ser um grande fã de Sawyer e o destino romântico dele simplesmente ser inadimissível para mim. Eu adorava o personagem e eu não posso negar que ele faz parte da lista de meus heróis intelectuais juntamente com Han Solo, Hank Moody, Carter e William Riker, então eu naturalmente esperava que ele ficasse com a Kate, o que não acontece. Então o canalha não fica com a mulher que eu esperava... É pedir demais hoje em dia que a ficção não fique imitando a realidade. Quando nem os seus relacionamentos projetados em outros personagens dão certo é hora de largar a série.
Mas mesmo com toda a minha decepção com a série eu tenho que admitir que Lost me trouxe ótimos momentos e eu vou arriscar e assistir até o final.
Depois de uma rápida pesquisa no Guia de Episódios de Lost no Wikipedia eu descobri que eu parei de assistir provavelmente no episódio 9 da 4º temporada, ainda que ao ler a resenha dos episódios eu lembre de algumas coisas de episódios posteriores enquantos outras cenas de episódios anteriores sejam uma completa novidade para mim.
Com a minha apertadíssima agenda de trabalho eu consigo assistir a pelo menos dois epísódios de 1 uma hora cada um. Por enquanto eu vou me manter assistindo 1 episódio de The West Wing e vou incluir um de Lost. Quando eu terminar essas duas séries, eu vou ter que começar a pensar em novas séries para assistir. Aceito sugestões...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Groover Séries - The West Wing

The West Wing me conquistou através do You Tube. Eu olhei alguns clips do presidente Bartlet, interpretado por Martin Sheen e fiquei impressionado. Boas atuações, boas histórias, e apesar de trilhar o perigoso caminho da trama política que pode deixar tudo complexo demais para o espectador esporádico entender, a série consegue ser simples o bastante para você acompanhar cada episódio com o interesse renovado.
Lidando com a velha curiosidade de como seria o dia-a-dia do Presidente dos Estados Unidos a série mostra o trabalho dos principais assessores do presidente e como de fato um país é comandado. O foco principal, a política, nunca é deixada de lado em detrimento de relações pessoais (como acontece em outras séries depois que o material inicial se torna gasto) e os aspectos administrativos mostrados parecem verossímeis o suficiente para aprendermos alguma coisa útil sobre política. Porém mesmo esse  posicionamento em relação a priorizar a parte política leva em consideração que as pessoas por trás disso tudo tem sentimentos e que são afetadas em uma base diária por essas ações e tramas poderosas. Apesar de ser um pouco idealista e até mesmo utópica pelos padrões dos atuais políticos a série mostra como alguns políticos honestos poderiam fazer a diferença no mundo. O onipresente patriotismo americano exagerado está presente mas é apresentado de forma mais polida e nunca em um modo brega ou pedante.
O ponto que mais me marcou até o momento é a emoção transmitida pela série em vários momentos. Ela me fez vibrar e me emocionar em quase todo os episódios. Além da qualidade das interpretações, o roteiro, sempre bem construido e inteligente, também me chama a atenção. A série é longa e cada temporada conta com 22 episódios de 1 hora cada, mas aqueles que se despuserem a assistir o primeiro episódio não largará até o último. 
Segue o link para o site no qual eu faço o download da série legendada em RMVB.  

Minha cena que me fez assistir a West Wing e a minha favorita até o momento:



quinta-feira, 30 de junho de 2011

Groover Séries - Lie To Me

Eu sempre achei o conceito de Lie to Me muito bom, afinal é um ponto de partida muito interessante quando o personagem principal da série sempre sabe quando estão mentindo para ele. Mas  em algum ponto entre eu me interessar pelo tema e eu de fato assistir a série eu acabava me desanimando. De alguma forma a formula do programa me parecia muito próxima de outra série que eu adoro: House.
Eu sei que a semelhança não é óbvia mas em traços gerais me parece que ambas as séries apostariam em protagonistas extremamente dotados em seus respectivos campos de trabalho e que são extremamente difíceis de lidar. Somado a isso uma equipe que interessante que lhes apóia e tem suas próprias reservas aos métodos utilizados por eles, sendo que ambos tem vidas pessoais completamente arruinadas.
Bom, essa era minha impressão, mas desde que comecei a assistir Lie to Me tenho me interessado cada vez mais pela série. Os roteiros se esforçam para que cada episódio não seja apenas uma série de questionamentos e acusações aos personagens e tenta nos mostrar pelo menos umas duas reviravoltas por episódios, o que acaba se tornando um pouco clichê. Mas, novamente, House também apresenta esse mesmo clichê há anos e sempre se saiu muito bem.Porém Lie to Me têm suas características próprias e brilha quando as utiliza. A história segue o Doutor Cal Lightman (Tim Roth) que estudou minuciosamente durante anos as micro-expressões e linguagem corporal dos seres humanos e é capaz de dizer se alguém está mentindo com uma acertividade impressionante. Quando o Dr. Ligthman faz uma acusção ou observação sobre um sujeito e o seriado ilustra isso com microexpressões de personalidades famosas da vida real é um exemplo de como a série se distingue das ínumeras outras séries que ficam a deriva em uma enorme onda de falta de criatividade. Ainda que nunca consiga atingir a qualidade de Dexter ou das primeiras temporadas de Lost, Lie to Me é uma boa série nem que seja para ser assistida em quanto você espera uma série melhor começar.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Groover Séries - Game of Thrones


Então muita gente está falando da nova série da HBO, Game of Thrones e eu resolvi dar uma olhada. Vi o trailer no YouTube e não me pareceu grande coisa, mas como eu tenho precisado de inspiração para um novo personagem de RPG achei que essa poderia ser a série certa. O fato de ser alardeada como um  tipo de "Os Sopranos na Terra-Média" me soou interessante e talvez também rendesse algumas intrigas políticas que eu pudesse usar em minha campanha de Dungeons & Dragons.


Bom, a série é bastante interessante. Entre as coisas que me chamaram a atenção até o momento é a inteligência da abertura que mistura com perfeição a idéia do título da série com a necessidade de explicar ao espectador a geografia do mundo de Westeros, algo que nem mesmo o Senhor dos Anéis fez tão bem. Por falar em Tolkien está se criando uma discussão de fanboys na internet sobre qual obra seria melhor, eu não vou entrar no mérito, mas aparentemente as adaptações das respectivas obras compartilham mais do que o amor de seus fãs. Sean Bean dá o ar de sua graça em ambas as obras e deixem-me dizer que isso faz toda a diferença para Game of  Thrones. O ator não nos entrega o seu melhor trabalho mas com certeza nos deixa perceber que Game of  Thrones está acima da média. Mark Addy como Rei Robert Baretheon me convenceu de que ele sempre foi sub-aproveitado em Hollywood. Mas quem realmente chamou a minha atenção aqui foi Peter Dinklage como Tyrion Lannister, eu nunca havia visto ele fora de um papel cômico e com certeza o diminuto ator tem um enorme talento. O resto do elenco entrega um trabalho mediano com nada que me chame a atenção, a exceção de Iain Glen como o cavaleiro Jorah Mormont que acompanha a horda dos Dothraki, ele sempre é uma presença interessante em termos de interpretação . A única decepção em relação a interpretação fica por conta de Lena Headey, como a Rainha Cersei Lannister quem tem um caso de amor incestuoso com o seu irmão. Headey já mostrou que pode ser uma ótima atriz como a rainha Gorgo em 300 e até mesmo como Sara Connor na infeliz série "Terminator: The Sarah Connor Chronicles", mas até agora não mostrou a que veio, mesmo com um material tão bom nas mãos.



A minha segunda decepção com a série vem da falta de uma trilha sonora expressiva. Particularmente esse tipo de ambientação merecia algo mais épico e marcante e honestamente Ramin Djawadi, responsável pela trilha de Homem de Ferro e Fúria de Titãs e conhecido discípulo do mestre Hans Zimmer, deveria estar apresentando um trabalho mais coeso na série.
O ponto primordial até o momento e que me faz considerar a série como algo positivo é a produção. Obviamente houve um grande empenho em fazer tudo parecer real e esse esforço tem dado resultado. Não há cenários pobres ou efeitos visuais de má qualidade, o nível aqui é de primeira.

 
Eu ainda estou no quinto episódio, mas a história não é o que eu chamaria de complicada, porém me parece que há um grande número de eventos significativos para a história que se desenvolveu antes do ínicio da série e só é rapidamente mencionado. De fato, eu só entendi a profundidade da história quando pesquisei no Wikipédia a respeito:
"Quinze anos antes do inicio da história, os Sete Reinos estão divididos por uma guerra civil, também conhecida como A Rebelião de Robert e A Guerra do Usurpador. O príncipe Rhaegar Targaryen seqüestrou Lyanna Stark, despertando a ira da família da moça e de seu noivo, Lorde Robert Baratheon. O Rei Louco, Aerys II Targaryen, executou o pai e o irmão mais velho de Lyanna, quando ambos exigiram o retorno da moça. O segundo irmão de Lyanna, Eddard, uniu-se ao seu amigo de infância Robert Baratheon e Jon Arryn, com quem ele havia sido criado quando criança, declarando guerra contra os Targaryens, assegurando aliança com a Casa Tully e a Casa Arryn através de uma rede de casamentos (Lorde Eddard com Catelyn Tully e Lorde Jon Arryn com Lysa Tully). A poderosa Casa Tyrell continuou a apoiar o rei. A guerra civil teve seu auge com a Batalha do Tridente, onde o príncipe Rhaegar foi assassinado em batalha por Robert Baratheon. Os Lannisters finalmente concordaram em apoiar o rei Aerys, porém tornaram-se contra ele brutalmente, saqueando a capital Porto Real. Jaime Lannister da Guarda Real executou o rei Aerys e a Casa Lannister jurou lealdade a Robert Baratheon. Os Tyrell e os remanescentes fiéis aos Targaryens renderam-se e Robert Baratheon foi declarado rei dos Sete Reinos. Infelizmente, durante a guerra, Lyanna Stark faleceu, aparentemente de algum mal; Robert Baratheon então casou-se com Cersei Lannister para concretizar a aliança.

Apesar da vitória de Robert, o filho e a filha mais novos do rei Aerys, chamados Viserys e Daenerys foram levados para o outro lado do oceano por homens leais aos Targaryens. Depois da guerra a Casa Martell escolheu o caminho do exílio, já que a irmã do Príncipe Dorean Elia (mulher do príncipe Rhaegar) foi assassinada juntamente com seus filhos na tomada da capital Porto Real.

Seis anos depois o Rei Robert provou sua determinação ao derrotar os rebeldes do Lorde Balon Greyjoy de Ilha de Ferro. Os dois filhos mais velhos de Balon foram mortos e seu filho mais novo, Theon, foi colocado aos cuidados do Lorde Eddard Stark, como seu protegido."

O fato de muita coisa não ser explicada não me parece um erro e sim um posicionamento dos criadores na série. Não há no ínicio de cada episódio um "anteriormente em Game of Thrones". A história simplesmente segue sendo contatada mesmo que seja intrinsicamente ligada ao eppisódio anterior. O espectador que se vira para descobrir o que aconteceu caso tenha perdido o que aconteceu antes, e eu gosto disso.
Agora é esperar pelos próximos capítulos e torcer que a série continue melhorando.
Um grande abraço.

sábado, 23 de abril de 2011

Groover Séries - Community

Fazia algum tempo que eu não me viciava em uma série. Arquivo X, Lost, House e The Office foram algumas das poucas séries que realmente me chamaram a atenção. Séries de comédia conseguirem fazer isso é algo um pouco mais raro. Claro que temos bons exemplos disso, eu citei anteriomente The Office certamente existem outras, mas esse fator "viciante" é mais comum para mim em séries dramáticas (ainda que Arquivo X, Lost e House apresentassem suas pitadas de humor). Justamente por isso tem sido uma surpresa bem grande o quanto eu tenho gostado de Community. A série tem um humor muito irreverente, cheio de referências culturais a filmes e outras séries de televisão, um elenco afiado e roteiros muito "espertos". Eu quero chamar a atenção para essa parte, com certeza você não aprenderá nada de novo ou útil assistindo a essa série, não há nada de inteligente na série, mas a utilização de meta-linguagem sobre como os personagens percebem as próprias vidas como sendo parecidas com as de uma série é impagável, o que de fato é muito esperto. É a única série ou filme no qual as referências ao Twitter ou Facebook não parecem forçadas. Outro enorme trunfo do programa foi ter ressuscitado Chevy Chase que não me fazia rir assim desde Férias Frustradas. Agora o que realmente importa em uma série de tv de comédia é que ela te faça rir e isso eu garanto "Community" é simplesmente hilária. Eu nunca gargalhei tanto assistindo a uma série de tv e os episódios "Modern Warfare" da primeira temporada e "Advanced Dungeons & Dragons" da segunda são os mais engraçados que eu já assisti. Vale a pena assistir.

Ps: Uma dica, esse site tem os episódios legendados e com um tamanho de arquivo bem pequeno.

domingo, 21 de março de 2010

Groover Séries - Band of Brothers


Gostei de postar a respeito dos jogos que eu vou virando e me animei com a idéia de postar a respeito de séries que eu fosse "virando", ou seja olhar desde o piloto até o "Series Finale". Apesar de já ter olhado muitas séries percebi que assistir uma série do ínicio ao fim é uma tarefa hérculea e acho que só fiz isso com algumas minisséries. Bom de qualquer forma eu sei de uma muito boa que eu assisti (uma minissérie na verdade) e que serve para abrirmos os trabalhos nesse novo tópico: Band of Brothers. Eu não assistia a essa série a dois anos e consengui comprá-la de barganha em uma locadora que está fechando no calçadão de Cachoeirinha. Paguei apenas R$ 20,00, pesquisei na internet e descobri que o box idêntico ao que eu comprei custa nada menos do que R$ 100,00. Bom, muito satisfeito com a minha compra eu pude assistir novamente as aventuras da Companhia Easy durante a última grande guerra. A série foi produziada juntamente com O Resgate do Soldado Ryan e conta com a produção de Steven Spielberg e Tom Hanks. Com essas ótimas credenciais é de se esperar que a série seja realmente muito boa, mas na verdade ela é ótima.
Esse é a primeira obra sobre a segunda guerra que me passa a real idéia sobre o que era necessário fazer. Enquanto A Lista de Schindler retrata o horror do nazismo Band of Brothers mostra os horrores pelos quais os soldados passavam em busca do que era certo. Como eu ouvi uma vez alguém dizer: "Essa foi a última guerra na qual apenas um dos lados estava certo."
A série revelou alguns atores que apesar de não serem jovens eram pouco conhecidos e mereciam uma melhor atenção como o irmão mais velho de Mark Whalberg, Donnie e mostrou que David Schwimmer pode ser um ator sério.
Quanto a história da série em si, ela acompanha a Easy desde seu treinamento até o fim da guerra, passando pelo impressionante dia D, a famosa operação "Market Garden", a dramática Batalha do Bulge e concluindo no esconderijo pessoal de Hitler o "Ninho da Águia".
Só a apresentação da série já me emocionava e o box contava com as duas melhores taglines de todos os tempos:
"Havia um tempo em que homens comuns tinham que fazer coisas extraordinárias".
"Eles contavam uns com os outros. O mundo contava com eles".

A personalidade de cada um dos ínumeros soldados da companhia é desenvolvida e cada um deles recebe a merecida reverência, enquanto se assiste a série é possível nota a motiação de cada um e a perda dos que morrem durante o combate.
Cada episódio começa com depoimentos reais de veteranos da companhia Easy que lutaram nas batalhas mostradas no série, esse ínicio é eficiente e genuinamente emocionante.
Uma qualidade à parte é a excepcional trilha sonora de Michael Kamen, infelizmente falecido pouco tempo depois. Na minha opinião ela rivaliza com a do próprio John Williams para o Resgate do Soldado Ryan.
Desde o lançamento da série Spielberg e Hanks sempre mencionaram seu desejo de fazer uma minissérie irmã, no mesmo formato, sobre o cenário da guerra no Pacífico. Depois de longos 9 anos de espera a série finalmente foi lançada nos Estados Unidos e deve chegar ao Brasil em Dvd (ou pelo Pirate Bay) em pouco tempo.
Concluindo Band of Brothers não é apenas a melhor minissérie de guerra de todos os tempos é também a melhor série com "ensemble cast" e um marco na história das minisséries no mundo.
Não é a tôa que depois de tanto tempo sem ver meu pai, que adora filmes de guerra e westerns, eu decidi dar Band of Brothers de presente a ele. De fato, uma série única.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...