"Apertem Os Cintos O Piloto Sumiu!" não é apenas uma das clássicas comédias que todos nós lembramos de ter assistido na sessão da tarde ou na sessão de sábado, é uma das melhores comédias no quesito paródias. Ainda que não tenhas as qualidades cinematográficas de "O Jovem Frankenstein", "Apertem os Cintos..." é tão engraçado quanto e tem um ritmo mais veloz, o que o torna uma experiência mais agradável de se assistir diversas vezes. Há simplesmente tantas piadas saltando da tela a cada cena que é impossível não notar nada novo a cada vez que se assiste o filme. É quase como se os diretores decidissem não gastar um frame sequer do filme sem causar uma risada, não há aqui preparação de qualquer tipo para um cena engraçada. Os ganchos para as cenas seguintes já são tão engraçados quanto as cenas as quais se propõem a introduzir. Outro segredo do sucesso do filme é manter o clima da história e as interpretações dos personagens as mais sérias possíveis. Leslie Nielsen e Lloyd Bridges estão nas melhores perfomances de suas carreiras e Julie Hagerty, que interpreta a heroína Elaine, tem uma charme diferente que sempre me chamou a atenção. Uma pena que muitas das piadas do filme se percam na tradução do inglês para o português mais ainda sim é uma das comédias mais engraçadas já produzidas.
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domingo, 31 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
1001 Filmes - O Jovem Frankenstein (1974)
Assistir a O Jovem Frankenstein para colocá-lo na lista dos 1001 filmes para assistir antes de morrer foi o maior prazer que eu tive até o momento com essa colossal lista. Não que eu tenha descoberto o filme agora mas é sempre muito divertido revê-lo. Assistir a essa comédia hoje em dia é confirmar a triste percepção de que não se fazem mais comédias como antigamente. O Jovem Frankenstein é uma paródia de todos os filmes de Frankenstein lançados até a década de 70 e pode-se dizer que supera muitos deles, algo extraordinário para uma paródia, ainda mais se considerarmos que as paródias atuais de outros filmes ficam no nível de "Super-Herói- O filme" e "Vampiros Que Se Mordam". Se alguém acha que é impossível um ator apresentar uma atuação digna de um Oscar em uma comédia escrachada é porque nunca viram o gênio Gene Wilder em sua melhor performance como o atormentado neto do Dr. Victor Frankenstein, que atraído pelo testamento do avó vai a Transylvania para acabar se envolvendo na inevitável trama que envolve a criação do clássico monstro. Desde o clima perfeito entre filme clássico e deboche até a marcante trilha sonora o filme funciona com piadas simples e eficientes, o fato de que o filme é todo em preto e branco acrescenta um charme ainda maior à película.. O filme é recheado com cenas clássicas e tem mais momentos memoráveis do que qualquer outro filme que eu conheça. Uma pena que entre tantas comédias essa não seja uma das mais conhecidas.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
1001 Filmes - Os Sete Samurais (1954)
Eu sempre ouvi falar que "Os Sete Samurais" era um dos melhores filmes de todos os tempos, porém a idéia de assistir um filme japonês da década de 50 nunca me foi muito atrante não importando o quanto o filme fosse extremamente bem recomendado. Porém eu decidi que já era ora de mudar de idéia e conhecer o porque de toda essa fama. Primeiro deixem-me tirar isso do caminho: sim o filme é ótimo. Eu não sei se o classificaria entre os melhores que eu já vi, mas com certeza é um filme que tem ínumeras qualidades saltitando da tela a cada sequência. A história se concetra em um grupo de samurais que são contratados por uma vila para defendê-los de uma gangue de ladrões e assassinos. O filme tem três horas mas é tão agradável de acompanhar que mais parece um curta-metragem, de fato da primeira vez que eu assisti eu achei que o filme mal tinha duas horas de duração. Aliás, assistir ao filme mais de uma vez se tornou essencial para que eu descobrisse seu real valor. Na primeira vez que eu assisti fiquei interessado na história e em como os sete samurais conseguiriam enfrentar os quarenta bandidos que se aproximavam. Na segunda vez que assisti pude prestar mais atenção nas interpretações e no clima da história. Da terceira vez (sim, eu tenho muito tempo livre) eu percebi que cada cena tem um significado especial e um subtexto ainda mais impressionante do que a importância da história sendo contada e que mesmo assim todas as cenas se encaixam com perfeição no contexto da história. Ao se verificar alguns elementos do filme deve-se considerar que muitas das idéias que nos parecem comuns hoje em dia surgiram (ou ao menos foram utilizadas juntas) pela primeira vez nesse filme. Exemplo disso é a idéia de recrutar heróis distintos para atingir um objetivo em comum ou apresentar o herói principal em uma situação não relacionada a trama principal. Outra qualidade do filme e a ótima interpretação de Toshirō Mifune, como o indomável Kikuchiyo, um falso samurai que parece emular o desejo do público de seguir o grupo e provar seu valor. O único ponto que parece não ter envelhecido bem para mim é a trilha sonora que não mantém a mesma intensidade do restante da história e é escarça em relação a duração do filme, ainda que em alguns raros momentos se torne poderosa. Mas esse é um ponto que passa quase despercebido quando assistimos a um filme onde cada cena parece pensada para causar um impacto específico no espectador e cada uma delas obtém sucesso em atingir esse objetivo de forma inquestionável.
domingo, 5 de setembro de 2010
1001 Filmes - Old Boy (2003)
Old Boy é um filme poderoso. Não é um filme sutíl em absolutamente nenhum sentido. Ele não pede licença ao espectador para contar a sua história e tão pouco pede a simpatia do espectador ao explicá-la. Esse é um dos grandes trunfos do filme. Ele é cheio de verdades lógicas que não são fáceis de aceitar, mas fazem sentido se nos colocarmos na pele de Oh Daesu, o protagonista encarcerado por 15 anos sem nem ao menos saber o motivo. Old Boy é singular em alguns aspectos, por exemplo: a história não é envolvente por si só. Cria-se uma aura de mistério em torno de o porque de Oh Daesu ter sido preso e a trama, que já começa de uma premissa complicada, vai adicionando níveis de complexidade a sua história. Para todos que já assistiram Lost sabem que quando o mistério começa a ficar bom demais ou a explicação é óbvia ou sem noção. Qualquer que seja o mérito do mistério de Old Boy não foi ele que me fez assistir o filme mais de uma vez e sim o visual que transmite a história para o espectador. A todo instante que se assiste a Old Boy se fica com a impressão que há algo diferente se passando na tela do que o que está sendo contado pela trama. Um exemplo claro disso é o fato de o tempo que mostra Oh Daesu preso é representado com um ar de libertação do personagem. Ele revisa sua vida, define uma meta e se dedica a ela. O contraste com a cena inicial (em que ele aparece bêbado em uma delegacia) é marcante. Não se enganem pela profundidade psicológica do filme achando que a ação fica restrita a lado emocional dos personagens. Há muita ação no filme, lutas incrivelmente coreografadas e uma sequência onde o protagonista encara uma gangue em um corredor que é sensacional. Como eu disse há muitos momentos em Old Boy que podem parecer estranhos, inadequados ou mesmo apelativos, mas todos estão lá sustentando a história que tem um lógica irretocável.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
1001 Filmes - Rastros de Ódio (1956)
Eu sempre gostei muito de westerns. O pistoleiro solitário e anti-herói foi sempre o meu tipo de herói, mesmo que mais tarde ele tenha sido incorporado pela selva de asfalto e se tornado o arquétipo do policial justiceiro e implacável, foi aqui que tudo começou. Porém aos poucos eu fui aprendendo que o tipo de western que eu realmente gostava é o "revisionista". Como muito bem descreve a Wikipedia:
"Alguns westerns pós-Segunda Guerra Mundial começaram a questionar os ideais e o estilo dos westerns tradicionais. Os elementos incluem um tom mais escuro, mais cínico, com foco na ilegalidade do período, favorecendo o realismo sobre romantismo. Anti-heróis são comuns, como são os papéis mais fortes para as mulheres e retrato mais simpático dos nativos americanos e mexicanos. Em relação ao poder e autoridade, essas representações favorecem a visão crítica de grandes empresas, o governo americano, figuras masculinas (incluindo os militares e suas políticas), e favorecem uma maior autenticidade histórica."
Então, quando eu acabava eventualmente vendo alguma cena de um western mais antigo, principalmente os de John Wayne, em que se matava índios indiscriminadamente e sem maiores justificativas ou consequências eu sentia que havia um certo constrangimento inerente a apoiar esse tipo de filme e isso significou que por muito tempo eu passei a oportunida de assisitir esses westerns em que os índios eram os vilões.
Dito isso eu acabei redescobrindo Rastros de Ódio não apenas no livro "1001 Filmes..." ele também é extensamente citado na internet como um dos melhores westerns de todos os tempos. O diretor John Ford é bem famoso e John Wayne tem a fama de ser uma presença marcante na tela, ainda que exista uma eterna discussão sob as suas qualidades de ator. Bom, e lá fui eu assistir a Rastros de Ódio. Eu posso honestamente dizer que fiquei impressionado. Eu esperava um filme longo e cheio de cowboys onde os índios são os vilões puro e simples. Bom eu estava certo sobre a parte do longo e dos índios. Mas eu não esperava um filme que tem o preconceito racial cravado no seu cerne. Um filme que tem a coragem de pegar John Wayne, famoso por seus papéis de mocinhos sem profundidade e coloca-lo na pele de um irascível racista que atravessa o oeste em uma busca incansável.
A história não poderia ser mais simples: Ethan, um veterano da guerra civil volta a casa de seu irmão e acaba sendo recrutado para caçar índios, quando retorna a casa descobre que os índios mataram todos os seus parentes e sequestraram sua pequena sobrinha. Ao lado de Marty, um meio-índio filho adotivo de seu irmão, ele parte em uma missão de resgate que dura vários anos.
Como eu disse a história é simples, os índios são os vilões e poderia se pensar que se trata de apenas mais um western desse tipo, mas longe disso. As diversas camadas do filme vão se apresentando detalhadamente com o desenrolar da trama: a paixão de Ethan pela cunhada, a sua determinação não em salvar a sobrinha mas em assassiná-la já que ela foi maculada pelo seu contato com os índios, a noção de que os brancos são capazes de atos muito mais selvagens que os índios.
Há diversas qualidades no filme mas as duas que mais me chamaram a atenção é a capacidade do filme, mesmo dentro de um gênero tão bruto como este, ser sutil ao extremo. Por exemplo, a paixão de Ethan pela sua cunhada, apesar de ser uma das principais razões por trás do personagem de Wayne, nunca é declarada e apenas sugerida através de breves gestos e olhares. É raro vermos esse tipo de sutileza mesmo nos mais açucarados dramas e eu não esperava encontrá-la em um western da década de 50.
Há uma tensão crescente no filme e não é possível determinar quem é mais psicótica ameaça da história: os índios ou Ethan. Há vários momentos memoráveis no filme, mas um em particular em que eu fiquei impressionado. É uma cena na qual Ethan visita um abrigo do exército examinando sobreviventes brancas sequestradas pelos Comanches, uma delas se mostra completamente louca e deixa Marty (e o espectador) comovidos, isso até que Ethan antes de se retirar da sala olha para ela e lança o olhar mais amedrontador que eu já vi em um filme. Eu fiquei tão impressionado com esse close que não fiquei surpreso ao descobrir que no IMDB há um tópico inteiro discutindo exatamente essa cena.
Eu posso dizer, sem medo de errar, que Rastros de Ódio é um dos filmes que eu não assistiria se não fosse pela sua inclusão na lista dos 1001 filmes e agora que o assisti eu lembrarei dele sempre como um exemplo de clássico e filme excepcional.

domingo, 29 de agosto de 2010
1001 Filmes - 007 Contra Goldfinger (1964)
Deixem me dizer que eu adoro James Bond. Sempre gostei dos filmes e desde Goldeneye eu assisti a todos os lançamentos de 007 no cinema. Um filme de James Bond é sempre um evento, cheio de expectativa e emoções, um filme de ação com a sua própria mitologia. É por esses e outros pontos que eu tive uma certa decepção ao assistir Goldfinger novamente. É inegável que o filme esteja tremendamente datado e o enredo absurdo começa a se tornar ligeiramente constrangedor hoje em dia. O conjunto do filme é algo que não funciona mais tão bem atualmente. Óbvio que poderia se argumentar que um filme de 1964 não teria a capacidade de manter seu desempenho e relevancia nos dias de hoje, mas isso não é verdade uma vez que o filme anterior da série (Moscow Contra 007) ainda mantém o fôlego de sua história enxuta mesmo quando assistido depois de tanto tempo. Então, quais seriam os méritos de 007 Contra Goldfinger? Na verdade eu acredito que há diversas qualidades no filme, mas todas elas são pontos individuais que acabam não salvando o filme. Temos a ótima interpretação de Gert Frobe como Goldfinger, ótimos diálogos, um clima de competição acirrada durante todo o filme entre o protagonista e o antagonista que teimam em se encontrar em situações não beligerantes e até mesmo agradáveis. O surgimento de Pussy Galore é um marco na história do personagem e é reconfortante ver que James Bond comete vários erros durante o filme: se engana com os espelhos na persguição de carros, seu charme é ineficiente (e até mesmo inoportuno) com as mulheres da organização de Goldfinger. Um detalhe que eu achei interessante e só notei agora que revi o filme são os vários indícios de que a personagem Pussy Galore era lésbica. Tudo muito sutil, mas definitivamente presente.
Enquanto 007 Contra Goldfinger não resistiu ao efeito do tempo tão bem como outros exemplares da série, serviu para estabelecer vários marcos da série e do cinema, como o carro cheio de aparatos (dali em diante todo agente secreto teria um), o surgimento de Q e as cantadas em Moneypenny, o vilão clássico Oddjob e a excelente musica tema.
Enquanto 007 Contra Goldfinger não resistiu ao efeito do tempo tão bem como outros exemplares da série, serviu para estabelecer vários marcos da série e do cinema, como o carro cheio de aparatos (dali em diante todo agente secreto teria um), o surgimento de Q e as cantadas em Moneypenny, o vilão clássico Oddjob e a excelente musica tema.
1001 Filmes - 12 Homens e Uma Sentença (1957)
Bom, aqui está um exemplo de filme que eu não teria assisitido se não fosse o livro "1001 Filmes Para Assistir Antes de Morrer". A única outra menção que eu havia ouvido sobre esse filme foi em uma entrevista do Jô Soares com Peter Fonda, filho do Henry Fonda, que mencionava o quanto ele havia se impressionado com a atuação do ator nesse filme. Mas achei interessante a premissa do filme e decidi assistí-lo. O que mais me impressionou no filme é que todo o filme se passa em uma única sala é em preto e branco, não dá nome aos seus protagonistas e ainda assim consegue prender a sua atenção do ínicio ao fim. Eu já passei pela situação de me "forçar" a assistir alguns clássicos mesmo achando algumas partes tremendamente chatas na expectativa de que o filme iria melhorar. Bom, esse não é o caso aqui, o filme simplesmente prende você do ínicio ao fim, sem grandes cenários, sem explosões, sem um elenco estelar (Henry Fonda é o único astro do filme). O trunfo do filme é ter uma boa história e excelentes interpretações, especialmente Lee J. Cobb como o jurado nº 3. O que eu mais gostei do filme é a sensação de que a tarefa hérculea de Fonda, convencer 11 jurados da inocência de um rapaz em um caso onde as provas são quase irrefutáveis, não era meramente difícil mas sim impossível. Todos nós vamos ao cinema ou assistimos a um filme sabendo que é muito, mas MUITO provável que o herói vá triunfar no final e quando um filme consegue honestamente fazer você duvidar disso é sempre emocionante. É ainda mais surpreendente quando o filme consegue mostrar o triunfo do herói de uma forma realista, sem que o espectador possa usar a clássica frase: "Ah só em filme mesmo..."
12 Homens e Uma Sentença consegue apresentar todos esses méritos e o faz apostando na lógica das argumentações e no respeito com o espectador, somente um filme com essas características tão poderosas para continuar tão preciso e eletrizante mesmo mais de 50 anos depois de seu lançamento.
12 Homens e Uma Sentença consegue apresentar todos esses méritos e o faz apostando na lógica das argumentações e no respeito com o espectador, somente um filme com essas características tão poderosas para continuar tão preciso e eletrizante mesmo mais de 50 anos depois de seu lançamento.
sábado, 28 de agosto de 2010
Livros Que Mudam a Vida: 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer
Bom, há uns dois anos atrás eu comprei um livro chamado "1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer" e gostei muito de ler e conhecer alguns clássicos que eu nunca havia ouvido falar. Como se pode imaginar são quase mil páginas e só para olhar as fotos e uma lida "por cima" eu levo três horas". É um ótimo livro/guia, mas em algum momento ele encontrou seu caminho ao organizador de plástico (que eu teimo em chamar de baú) que fica no meu quarto e que guarda os livros que eu não leio mais. Ultimamente a questão de quantidade de filmes que eu assisto tem sido um problema. Primeiro por que eu não tenho mais conseguido assistir a todos os filmes que eu compro e muito menos postar algo interessante sobre eles aqui no blog. Recentemente o João Colombo, colega do blog "Cinema Sem Frescura", me comentou que segundo um professor de faculdade dele para se considerar um crítico de cinema uma pessoa deveria assistir a pelo menos 300 filmes por ano e isso só contando os inéditos, os clássicos como Poderoso Chefão deveriam ser assistidos no mínimo uma vez por ano. Bom, que tipo de vida social esse suposto crítico se permitiria ter é uma incógnita para mim, mas mesmo assim eu levei em consideração o número.
Fiquei pensando nos clássicos que eu ainda não vi e em como a descrição de alguns deles parece boa demais para ser verdade. Bom, até ai tudo bem, mas na última vez que o Derek veio aqui em casa ele insistiu em revirar o meu organizador para achar uns livros que ele havia deixado comigo e que se esqueceram de voltar. Remexendo no baú encontramos o livro "1001 Filmes..." e eu o coloquei à mão novamente para leituras ocasionais ( aquela quando se está sentado no vaso)...
Me ocorreu que uma vez que eu estava me debatendo com a culpa de não assistir filmes o suficiente (pelo menos não os clássicos) e como o tempo tem sido uma questão cada vez mais delicada e escassa e eu nunca conseguia aproveitar nada disso no blog eu resolvi unir tudo isso sob a mesma bandeira.
Resolvi que vou assistir a todos os filmes mencionados no livro e vou postar a respeito no blog e farei comentários rápidos ou criticas longas dependendo do meu humor e de quanto o filme me afetou. Meu prazo? Bom, o título deixou bem claro: antes de morrer!
Eu imagino que eu tenha assistido a no máximo uns 100 desses filmes e vou dar a minha opinião a respeito dos que eu já vi também, conforme o tempo for passando eu vou incluí-los juntamente com aqueles que forem inéditos para mim.
Fiquei pensando nos clássicos que eu ainda não vi e em como a descrição de alguns deles parece boa demais para ser verdade. Bom, até ai tudo bem, mas na última vez que o Derek veio aqui em casa ele insistiu em revirar o meu organizador para achar uns livros que ele havia deixado comigo e que se esqueceram de voltar. Remexendo no baú encontramos o livro "1001 Filmes..." e eu o coloquei à mão novamente para leituras ocasionais ( aquela quando se está sentado no vaso)...
Me ocorreu que uma vez que eu estava me debatendo com a culpa de não assistir filmes o suficiente (pelo menos não os clássicos) e como o tempo tem sido uma questão cada vez mais delicada e escassa e eu nunca conseguia aproveitar nada disso no blog eu resolvi unir tudo isso sob a mesma bandeira.
Resolvi que vou assistir a todos os filmes mencionados no livro e vou postar a respeito no blog e farei comentários rápidos ou criticas longas dependendo do meu humor e de quanto o filme me afetou. Meu prazo? Bom, o título deixou bem claro: antes de morrer!
Eu imagino que eu tenha assistido a no máximo uns 100 desses filmes e vou dar a minha opinião a respeito dos que eu já vi também, conforme o tempo for passando eu vou incluí-los juntamente com aqueles que forem inéditos para mim.
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