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sexta-feira, 17 de julho de 2015

The Revenant com Leonardo DiCaprio

Eu já havia ficado fascinado com essa história a primeira vez que a ouvi, ainda que brevemente em um daqueles posts do 9gag falando sobre os "homens mais machos".

"Hugh Glass...
Atacado por um urso ele foi dado como morto e abandonado a 200 milhas de distância do acampamento mais próximo. Ele tinha uma perna quebrada, cortes que deixavam a mostra suas costelas e feridas infeccionadas.
Ele recobrou sua consciência, ajeitou sua perna, usou vermes para comer a parte de sua carne que já estava morta e rastejou de volta a civilização durante 6 semanas.
Ele sobreviveu comendo sementes, raízes e até mesmo espantou lobos de uma carcaça de bisão.
Quando ele retornou para casa, ele recuperou seu rifle e continuou trabalhando com armadilhas."

Até aí a história já parece incrível, mas o mais legal é que há um livro que foi escrito que detalha ainda mais a aventura de Glass, chamado The Revenant (algo como "Aquele que Retornou" ou "O Retornado" em um sentido mais sobrenatural).


Quanto mais detalhes eu fico sabendo da história mais incrível ela fica. O urso com o qual Glass se deparou era na verdade uma fêmea com dois filhotes. A página da Wikipedia de Glass, tem uma descrição bastante impressionante de seu encontro com o urso:

"Antes que ele pudesse disparar seu rifle, o urso o atacou, o pegou e atirou-o ao chão. O urso jogou pedaços da carne Glass para seus filhotes. Ele levantou-se, sacou sua faca, e lutou golpeando repetidamente o animal enquanto o urso continuava rasgando-com as garras."

Depois seus companheiros o abandonaram, acreditando que ele não sobreviveria aos ferimentos, e levaram seus equipamentos, incluindo sua faca e seu rifle.

Seus companheiros deixaram-lhe coberto com a pele do urso como uma mortalha e Glass a utilizou para se cobrir. Para evitar gangrena ele se deitou em um tronco podre e deixou os vermes comerem a carne morta de seus ferimentos.

Ainda não é o suficiente? Durante sua jornada Glass foi brevemente ajudado por índios que costuraram a pele de urso nas suas costas (para cobrir os ferimentos expostos) e durante todo o caminho Glass teve que evitar a perseguição de uma tribo hostil, os Arikara.

Depois que Glass voltou a civilização ele iniciou uma jornada de vingança contra os homens que o haviam abandonado e recuperou seu rifle!

Agora, o genial Alejandro Gonzáles Iñarritu decidiu levar essas história para as telas do cinema com ninguém menos do que Leonardo DiCaprio.

Eu já havia achado o trailer bom, mas agora com os detalhes da história ele ficou épico!




quinta-feira, 9 de julho de 2015

Grito Wilhelm

O "Grito Wilhelm", como é chamado, é um efeito sonoro muito famoso usado pela primeira vez em "Tambores Distantes", um filme de 1951 estrelado por Gary Cooper. O som, um grito doloroso e estridente, já havia sido usado em dois filmes mas ficou conhecido pelo nome do Soldado Wilhelm no filme "Investida de Bárbaros" de 1953, quando o personagem é atingido na perna por uma flecha e o som é usado. De lá para cá o som foi usado mais de 300 vezes, quase sempre quando um personagem é atingido ou arremessado, se tornando um piada interna na edição dos filmes.
Pessoalmente, eu lembro que a primeira vez que eu reconheci o som foi em "Indiana Jones e o Templo da Perdição".
Achei um vídeo com uma edição dos melhores momentos do famoso grito:

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Evolução do Penteado de Wolverine

A falta de continuidade do penteado de Wolverine me incomoda mais do que deveria. Aqui vai a ordem cronológica dos penteados da versão cinematográfica personagem mais bad-ass da Marvel.

Obs: Eu decidi colocar as imagens na ordem de lançamento dos filmes, entretanto a ordem cronológica correta dentro do universo cinematográfico da Marvel seria:
X-Men Origens: Wolverine
X-Men: Primeira Classe
X-Men: O Filme
X-Men 2
X-Men 3
Wolverine Imortal
X-Men- Dias de Um Futuro Esquecido

X-Men: O Filme

 X-Men 2

X-Men 3 - O Confronto Final


X-Men Origens: Wolverine

X-men: Primeira Classe

 Wolverine Imortal


X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O Leão no Inverno (The Lion In The Winter - 1968)

O Leão no Inverno começa com um ritmo um pouco arrastado e talvez até desinteressante, porém aos poucos as interpretações e diálogos bem escritos tornam esse filme inacreditavelmente bom.
Finalmente eu entendi porque Peter O'Toole era tão reverenciado como ator. A interpretação dele como Rei Henry da Inglaterra é uma das melhores que eu já vi e o fato de estar acompanhado por uma interpretação igualmente magistral de Katharine Hepburn. Enquanto O'Toole demonstra uma sagacidade e inteligência absurdas em seu personagem, Hepburn, que interpreta a Rainha Eleanor, demonstra uma frieza de quem apenas brinca com sentimentos incluindo os seus próprios.


O Leão no Inverno é fruto de uma era em que os diálogos eram rápidos e mordazes, um pouco irreal se considerarmos que a maioria das pessoas não conseguiria ter praticamente todas as suas frases girando em torno de respostas rápidas e provocativas, mas é exatamente assim que acontece no filme e isso serve apenas para tornar todos os personagens mais interessantes.
O filme marcou a estréia de Anthony Hopkins no papel de Ricardo Coração de Leão. Eu achei bastante interessante que um dos sub-plots é justamente a revelação de que o personagem de Hopkins é gay. Somado a isso o fato de o rei mencionar en passant que entre suas ex-amantes estão jovens rapazes, eu fiquei praticamente chocado com a coragem do filme. Na verdade ambas as épocas, a do filme (1968) e a da história (1183), me parecem mais progressivas do que a nossa nesse sentido. Uma triste constatação eu penso.
A trilha sonora é bastante escassa, mas sempre que é ouvida causa um impacto forte na atmosfera do filme.

O roteiro segue a história do Rei Henry II que após inúmeras revoltas mantém a sua esposa, Rainha Eleanor trancada em um castelo distante. Durante o Natal ela e Henry se encontram no castelo de Chinon para passar o feriado de Natal e receber o Rei da França, interpretado por Timothy Dalton (também em sua estréia no cinema). Juntam-se a eles seus três filhos com pretensões ao trono: John, o favorito de seu pai, porém obviamente incapaz e infantil, Geofrey, o irmão do meio, o mais engenhoso e inteligente dos três, e Richard, o mais bélico e capaz dos irmãos, favorecido por sua mãe na disputa do trono.
O roteiro em si não tem o mesmo nível das interpretações ou dos diálogos, há momentos interessantes porém o desfecho não resolve todas as questões levantadas e é um pouco irregular.
O que eu absolutamente não me canso de falar sobre o filme é a qualidade dos diálogos. Cada conversa, e mesmo praticamente cada fala dos personagens, tem uma segunda ou mesmo uma terceira camada de significado. Há uma complexidade que carrega o filme à um patamar superior ao que normalmente esse tipo de material teria se não tivesse falas tão inspiradas.
Baseado em uma peça de teatro o filme as vezes não consegue disfarçar bem suas origens, com várias cena e personagens se acumulando em demasia no mesmo ambiente, mas isso não chega a ser um problema na maioria das vezes.

Eu definitivamente não esperava gostar tanto desse filme e fiquei surpreendido com a qualidade do material. Já havia ouvido o mesmo ser mencionado como um clássico, mas realmente não sabia nada sobre a história em si. O que me levou a procurar o filme foi o jogo de rpg, eu queria descobrir algumas histórias clássicas sobre a realeza e gostei tanto do que descobri que já estou me preparando para assistir "Becket" de 1964 também com O'Toole no papel de Henry II.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Top 10 Cenas Que Me Fazem Chorar


Ao contrário dos pseudo-machões que andam por aí e tem horror de admitir que choram por algum motivo, eu reconheço que tenho bastante facilidade para me emocionar com diversos filmes. Algumas cenas são simplesmente muito emocionantes para que eu consiga segurar as lágrimas. Há ainda algumas cenas específicas que mesmo depois de assistida repetidas vezes ainda me emocionam, aqui vai um Top 10 dessas cenas especiais.
Obviamente há vários spoilers.

10º UP - Medalha
Todo mundo sempre comenta como a sequência inicial do filme é emocionante, mas por algum motivo a parte que realmente acaba me emocionando é a sequência do final quando os escoteiros estão entregando as medalhas e o Sr. Fredrickson aparece para entregar a condecoração de Russel.


9º Toy Story 3 - Incinerador
Eu devo ser bem ingênuo para acreditar que em um determinado momento de Toy Story 3 todos os personagens morreriam queimados em um incinerador de lixo. Independente do resultado na tela a madeira como a cena é construída sempre me emociona.


8º À Procura da Felicidade - Ele consegue o emprego
Se você já esteve a procura de emprego você sabe a sensação de conseguir um novo emprego e como isso tem o potencial de mudar a sua vida. Will Smith entrega a melhor interpretação de sua carreira nessa cena. Um detalhe que mostra a genialidade da cena é que ela mostra que o mundo não pára pra ovacioná-lo com palmas mas ele está lá comemorando mesmo assim.


7º Menina de Ouro - Mo Cuishle
Eastwood envelheceu e amadureceu. Seu filme filme ganhou o Oscar de melhor filme e lhe rendeu o segundo Oscar de melhor diretor. O filme começa como uma versão feminina de Rocky e muda totalmente de rumo no terceiro ato. O final do filme sempre me deixa triste pelo destino de Maggie mas de alguma forma eu acabo chorando quando Frankie Dunn revela o significado de "Mo Cuishle".


6º O Impossível - O Reencontro
O que dizer de um filme que já estava em fazendo chorar no trailer? Eu decidi assistir ao filme super desconfiado de que seria uma história melosa e programada para me fazer chorar (o que normalmente acaba me deixando indiferente ao filme) mas a história de O Impossível é muito poderosa e emociona até o mais duro dos corações.


5º Forrest Gump - Ele é inteligente?
O clima leve de Forrest Gump normalmente deixa o espectador despreparado para os golpes emocionais que ele aplica. Quando Forrest reencontra Jenny e descobre que tem um filho, finalmente percebemos o quanto ele está ciente das próprias limitações e ele pergunta: "Ele é inteligente ou ele é como (e aponta para si mesmo"...


4º A Paixão de Cristo - Maria vê Jesus Caindo
Como eu já disse anteriormente o fato de eu ser ateu não faz com que eu deixe de me interessar por filmes religiosos e A Paixão de Cristo é uma "tour de force" para qualquer cinéfilo. Quando eu assisti ao filme no cinema mais parecia um velório.Algumas pessoas estavam em via de passar mal. A maior parte do filme me chocou com sua violência absurda e extremamente realista e sádica, porém há um cena específica na qual Maria vê Jesus caindo e lembra de quando ele era criança que emociona só de pensar nela e que com certeza deve ter um impacto ainda maior nas mães que assistiram o filme.


3º Naufrágo - Final
Já vi muita gente que diz ter chorado quando Wilson se perde, mas eu nunca me apeguei muito na bola de vôlei. Já  no final quando Chuck Noland finalmente reencontra sua ex-noiva e os dois percebem que nenhum dos dois fez absolutamente nada de errado e ainda sim, apesar de eles serem o amor da vida um do outro eles não podem ficar juntos, nessa hora é que o filme me derruba. Quando Chuck concluí que só resta continuarmos respirando para vermos o que a maré vai trazer, aí sim é o golpe final.


2º As Pontes de Madison - Carro
Maldito Eastwood, depois que envelheceu decidiu começar a fazer os outros chorarem. Perto do fim descobrimos que mesmo o mais icônico machão de Hollywood pode ter seu coração destruído por um romance e se Eastwood termina o filme chorando, imagina eu.


1º O Resgate do Soldado Ryan - Quatro Filhos Mortos
Três irmãos morrem durante a invasão da Normandia pelos aliados e quando sua mãe recebe a notícia ela cai em choque na varanda de sua casa. Eu tenho que admitir que a cena em si apesar de bonita não é tão emocionante por si só. Mas quando eu assisti ao filme pela primeira vez meu pai chorou vendo essa cena e desde então eu não consigo assisti-la sem me emocionar profundamente. 

domingo, 17 de novembro de 2013

Dano Estimado de O Homem de Aço



O Washington Post fez uma matéria com uma estimativa de custo nos danos mostrados no filme O Homem de Aço durante a batalha entre Super-Homem e o general Zod.

Total dos Danos: U$ 2 Trilhões de dólares.
Total de Mortos: 129 mil pessoas.
Total de Feridos: 1 milhão de pessoas.


O dano total foi estimado como equivalente ao da bomba atômica lançada sobre Nagasaki. Na comparação com os danos mostrados em Os Vingadores, os Chitauri, sob o comando de Loki, teriam causado U$ 55 bilhões de danos em propriedade.

Fonte: Upcoming VFX Movies

domingo, 10 de novembro de 2013

Top 10 Trilhas Sonoras Rejeitadas

Não é necessariamente comum, mas acontece de uma trilha sonora ser rejeitada para um filme logo antes de seu lançamento ou durante a pós-produção. Os motivos são variados: falta de tempo do compositor para concluir seu trabalho, refilmagens que acabam alterando drasticamente a estrutura do filme, divergências artísticas entre diretor e compositor, interferência do estúdio, desaprovação nas exibições teste. Na maioria das vezes a decisão é acertada porém mesmo que uma trilha sonora orquestrada não seja a melhor opção para um filme isso não significa que a música e os temas apresentados sejam necessariamente ruins. Eu apresento aqui algumas trilhas e temas que apesar de não terem sido a melhor opção para seus filmes são obras bastante interessantes e agradáveis de se ouvir.


10º Maurice Jarre - O Rio Selvagem
Aqui está um score que definitivamente deveria ter ficado de fora do filme. Ele não acompanha muito bem o filme e soa bastante destoante da ideia do filme, mas mesmo assim é bastante interessante e tem alguns temas de ação que soam muito bem, apesar de parecerem diretamente retirados da década de 50.



9º Graeme Revell - O 13º Guerreiro
A trilha sonora de Jerry Goldsmith para O 13º Guerreiro é tão épica que Ridley Scott a utilizou novamente em uma das melhores cenas de Cruzada, talvez esse seja o motivo pelo qual essas ótimas composições de Revell tenham sido rejeitadas. A trilha de Revell é mais medieval do que a de Goldsmith e tem algumas temas mais delicados e misteriosos.



8º Randy Newman - Força Aérea Um
Aqui temos um trabalho bastante inspirado de Newman, mas que novamente não é tão adequado quanto a trilha de Jerry Goldsmith. O clima de urgência de Newman, que não tinha muita experiência com scores de ação, foi substituído pelos temas mais patrióticos de Goldsmith.



 7º Christopher Young - Um Lugar Para Recomeçar
Com o filme pronto em 2003 e sendo lançado apenas em 2005, na longa fase de pós-produção quase toda trilha sonora de Young foi substituída por composições de Deborah Lurie, que na verdade é uma pupila de Young. Eu não consigo analisar imparcialmente qual das trilhas é mais adequada ao filme, mas com certeza as composições de Young são belíssimas e um pouco mais complexas.



6º Ennio Morricone - Amor Além da Vida
Até mesmo mestres como Morricone tiveram scores rejeitados. O filme foi para as telas com uma trilha adequada e bonita composta por Michael Kamen, ainda sim as composições de Morricone são belíssimas mas talvez não tão adequadas à obra final que tem uma pegada final mais moderna do que o som de Morricone.



5º Alex North - 2001 Uma Odisséia no Espaço
Não há dúvida que a escolha de Kubrik de utilizar musicas clássicas consagradas para ilustrar sua "space opera" definitiva foi acertada. Porém isso não tira o crédito das boas composições de Alex North para o filme, ainda que possam parecer datadas hoje em dia, elas com certeza tem suas qualidades.



4º O Exterminador do Futuro - A Salvação
Evidente que Danny Elfman tem um nome com muito mais peso para compor a música de um filme do que Ahmed al-Gendy, praticamente um desconhecido. Apesar de achar o score de Elfman bastante inspirado eu considero bastante interessante o tom geral da composição de al-Gendy e acredito que ele não teria apresentado um material ruim.



3º Alan Silvestri - Missão Impossível
Esse é um dos poucos casos em que eu acredito que a trilha dispensada era superior a que chegou às telas. Silvestri entrega um som mais elegante e menos barulhento do que a trilha de Danny Elfman, com uma relação muito mais próxima ao seriado original.



2º Jerry Goldsmith - Timeline
Aqui está um exemplo de uma trilha sonora não apenas melhor do que a que foi usada, mas claramente melhor do que o filme que deveria acompanhar. O mair triste é saber que essa trilha sonora não utilizada foi o último trabalho completo de Jerry Goldsmith. Na verdade a trilha não foi dispensada por não agradar, mas o filme sofreu diversas mudanças durante a produção e a trilha sonora de Goldsmith foi considerada pesada demais para o novo clima do filme.



1º Gabriel Yared - Tróia
Mais um dos casos em que eu acredito que o score rejeitado é definitivamente superior ao utilizado no filme. Yared não tinha muita experiência com trilha sonoras de filmes de ação e isso acaba trabalhando a seu favor, já que ele acaba entregando temas mais sentimentais e épicos do que a repetição exacerbada de James Horner.

sábado, 9 de novembro de 2013

Top 10 Filmes Ruins com Boas Trilhas Sonoras


10º X-Men 3 : O Confronto Final
X-men 3 foi o filme que matou a franquia dos mutantes da Marvel para mim. Brett Ratner estava destinado a estragar tudo desde que assumiu a cadeira que havia sido de Bryan Singer nos dois primeiros e muito superiores filmes. Porém a dança das cadeiras foi ainda mais brusca no que diz respeito à composição da trilha sonora. X-Men - O Filme contou com Michael Kamen que introduziu uma mistura de temas eletrônicos e melodiosos conforme uma demanda do estúdio. Em X-Men 2 Synger pode se utilizar de seu colaborador mair frequente John Ottman. Ottman criou uma atmosfera mais clássica de super-heróis e teve um resultado mais temático do que Kamen. Finalmente em 2006 tivemos a atrocidade que é X-Men 3 - O Confronto Final. Enquanto o filme é péssimo e parece tomar todas as decisões erradas possíveis com seu roteiro e direção, a trilha sonora é bastante interessante e a mais heróica da trilogia. Com temas bem desenvolvidos e focando mais nos temas de personagens individuais do que no clima da história como os compositores anteriores John Powell consegue entregar uma trilha sonora bem mais interessante do que o desastre na tela.


9º O Mensageiro
Eu adoro Kevin Costner mas não como negar que as vezes ele embarca em projetos por puro ego. O Mensageiro é obviamente o pior exemplo desse tipo de filme. Com uma trama arrastada, um roteiro pouco inspirado e uma trama boba que é erroneamente tratada como se tivesse elementos épicos o filme é uma grande perda de tempo. Porém a trilha sonora de James Newton Howard é épica, heróica e elegante. Ainda que a trilha sonora seja pouco inovadora ela eleva o filme à uma categoria superior à qual ele originalmente pertence.


8º Van Helsing
Van Helsing é uma abominação do mesmo diretor de A Múmia e O Retorno da Múmia, que foram mais bem sucedidos na empreitada de abordar os vilões clássicos da Universal do que esse fiasco que deveria ser o primeiro sucesso solo de Hugh Jackman. O filme falha miseravelmente e é um exercício de vergonha alheia porém a trilha sonora de Alan Silvestri é empolgante e entrega o clima de aventura que o filme esquece no meio do caminho.


7º A Ilha
A Ilha é o supra-sumo do filme Michael Bay, completamente estilo e nenhuma substância. Um grande e talentoso elenco é brutalmente desperdiçado nesse filme belo porém absolutamente pueril. Entretanto a trilha sonora de Steve Jablonsky, um dos pupilos de Hans Zimmer, é muito interessante. Com um tema geral otimista e esperançoso ela dá uma sensação de grandiosidade humana ao filme mesmo que ele não tenha qualquer conteúdo relevante para entregar.


6º Star Wars - Episódio I: A Ameaça Fantasma
Todos sabemos que a saga de George Lucas merecia um início melhor. Acima de tudo vítima de uma direção equivocada de Lucas o filme só atinge algum ponto positivo quando escorado no mito dos filmes anteriores e através da trilha sonora de John Williams. Para ser absolutamente sincero, a trilha no geral não é lá muito original (como a maioria dos trabalhos de Wiliiams nos últimos 15 anos) porém "Duel of Fates" carrega sozinho essa trilha sonora até o 6º lugar.


5º Rei Arthur
Construindo uma versão da lenda do Rei Arthur demasiadamente Hollywoodiana (sem traições, sem religião, sem magia) esse é um filme com belas imagens e interpretações razoáveis, porém com um clima e um roteiro equivocados além de cenas de ação equivocadas. Ainda sim a trilha sonora de Hans Zimmer deixa evidente o potencial do filme de ter sido um belo épico tão influente quanto Gladiador, porém a única qualidade redentora do filme são os temas absurdamente grandiosos compostos por Zimmer.


4º Tron - O Legado
A triha sonora de Tron - O Legado, cortesia da dupla Daft Punk, é uma das mais adequadas trilhas sonoras ao clima do filme ao qual se propõe a acompanhar. Infelizmente o filme é bastante raso e foi uma decepção para mim. O clima aqui é tudo e a ambientação das composições são absurdamente adequadas as cenas e ao conceito do filme. Essa é uma trilha sonora que consegue ser bastante original e ao mesmo tempo prestar homenagem à Basil Poledouris e Vangelis com temas sintetizados e impactantes.


3º Exterminador do Futuro - A Salvação
Danny Elfman é uma escolha estranha para um filme que deveria ser bastante sombrio como Exterminador do Futuro - A Salvação. Normalmente Elfman soa como um palhaço com uma banda, algo que não me agrada muito mas é adequado à vários filmes (Tim Burton que o diga). Porém esse filme se beneficiaria muito de uma trilha mais sombria, com um tema que entregue a dificuldade desse mundo pós-apocaliptico enquanto deixa transparecer fios de esperança nos temas dos personagens. E é exatamente isso que Elfman entrega. No geral esse último "Exterminador" é bagunça do início ao fim. Problemas dentro e fora dos sets, condenaram o filme (e possivelmente a franquia toda), porém isso não deveria diminuir o mérito de Elfman que prova que consegue dar cabo de temas mais complexos e sombrios.



2º Piratas do Caribe - No Fim do Mundo.
O terceiro capítulo da franquia Piratas do Caribe falhou em esclarecer a confusão do segundo e simplesmente permitiu que as sequências posteriores afundassem em meros caça-níqueis declarados. O roteiro desse filme é uma bagunça que se acha épico e não passa de uma besteira constrangedora que não vai a lugar algum. Uma pena que toda essa falta de talento seja acompanhada por uma das melhores trilhas de Hans Zimmer. Ele acerta todos os detalhes aqui. Todos os temas são emocionantes, únicos, adequados as cenas que acompanham e realmente inspirados. Zimmer ainda encontra tempo para homenagear Ennio Morricone e arrebatar os espectadores com temas épicos e aventureiros que quase enganaram a platéia de que eles estavam assistindo à um bom filme.


1º Sunshine
Sunshine quase não merece estar nessa lista por causa do quesito "filmes ruins" a primeira metade do filme é relativamente interessante, porém a segunda metade é praticamente risível com a trama despencando de ficção-científica para filme de assassino. O filme não explora muito bem a ciência dos acontecimentos que se propõe à relatar e isso acaba sendo a última pá de cal pois quando o que é proposto finalmente acontece o espectador não está mais emocionalmente envolvido. Já a trilha de John Murphy é daquelas de fazer chorar de tão bonitas. "The Surface of The Sun" é tão bonita é inspiradora que é continuamente utilizada nos trailers de outros filmes para invocar profundidade e emoção.

domingo, 6 de outubro de 2013

Guerra Mundial Z (World War Z)


 Minhas expectativas para Guerra Mundial Z eram consideravelmente baixas. Os problemas nas filmagens, as brigas durante a pós-produção, a notícia de que foram necessárias refilmagens extensas de todo o terceiro ato do filme pareciam definir a qualidade do produto. O trailer não ajudou muito ao focar no que parecia serem zumbis ainda mais rápidos do que estamos acostumados a ver desde Madrugada dos Mortos e demonstrando um comportamento de mente coletiva, essa parecia ser uma ideia particularmente boba ou pelo menos muito fantástica para o tom mais realista do filme. Tudo parecia estar se encaminhando para um desastre de grandes proporções, porém eu fico bastante feliz em dizer que o filme é na verdade um dos melhores do gênero zumbi dos últimos anos.


O filme foi baseado no livro homônimo de Max Brooks. Eu já li o Guia de Sobrevivência Zumbi do mesmo autor e achei o texto bastante leve e engraçado, obviamente o tom de Guerra Mundial Z deve ser bem diferente pois a trama apresentada no filme se leva absolutamente a sério, sem aquele sorriso cínico presente na ambientação da maioria das obras que envolvem zumbis hoje em dia.  
A trama do filme é posta em ação rapidamente e em questão de não mais que 10 minutos de filme os zumbis já estão presentes e dominando o mundo e a humanidade, como sempre, despreparada está encarando a sua extinção.


Brad Pitt interpreta Gerry, um ex-agente da ONU, que tem que salvar a família da ameaça zumbi enquanto é recrutado pelo governo para ajudar a encontrar algum tipo de cura para a praga que ataca em escala mundial. Um dos pontos interessantes aqui é que o personagem de Pitt é de fato um agente bastante treinado e capaz (tanto quanto possível) para lidar com situações extremas. É uma novidade bem-vinda finalmente assistir a um personagem que está preparado para agir em uma situação desesperadora como essa e Gerry acaba se mostrando cheio de recursos na maior parte do filme, capaz de improvisar baionetas e entender a transmissão do vírus zumbi em questão de segundos.


A história realmente tem um apelo bastante internacional e dá enfáse ao fato de que o problema esta acontecendo em escala global. Gerry e sua familia estão nos Estados Unidos mas logo o agente se vê envolvido no combate à zumbis na Coréia do Sul, Israel e Inglaterra.
Eu mencionei problemas na pós-produção do filme e isso se deu principalmente por que Brad Pitt e o estúdio não ficaram satisfeitos com a versão final do filme e demandaram a completa refilmagem do terceiro ato do diretor Marc Forster. Originalmente o terceiro ato do filme envolveria Gerry em Moscou e mostraria grandes batalhas épicas contra os zumbis. Isso acabou sendo substituído pela trama na Nova Escócia que está presente no filme.
Normalmente eu fico do lado do diretor e de sua versão artística de sua obra conforme originalmente imaginada, mas eu posso dizer que dessa vez as mudanças funcionam excepcionalmente bem e o filme tem sua conclusão recheada de tensão e suspense mantendo o seu ponto forte naquilo que menos se esperaria de um filme que foi tão radicalmente modificado: o roteiro bem escrito.
A partir de um ponto específico do filme a trama deixa claramente de lado uma escala maior e mais épica e acaba focando em uma história sólida e amarrando a trama em detrimento de efeitos especiais e cenas de batalhas mais amplas.


As grandes qualidades aqui são o roteiro e a ambientação. A história é bem imaginada e quando parece que nada pior pode acontecer com Gerry a situação fica ainda mais difícil, porém o filme muda a sua velocidade sabiamente antes de perder o controle. Os demais aspectos do filme variam entre o ordinário e o razoavelmente bom, mas nada se destaca. As interpretações dos atores coadjuvantes não prejudicam o filme mas também não destacam ninguém. A trilha sonora é de Marco Beltrami, que mais uma vez confirma que ele só sabe fazer músicas que podem não comprometer o filme mas ninguém vai conseguir lembrar delas cinco minutos depois de ouvi-las.
No geral Guerra Mundial Z é  um filme sólido com ação arrebatadora, uma ambientação eficiente e uma boa história para contar. Aparentemente em algum momento os produtores tiveram que escolher entre serem fiéis ao livro que inspirou o filme ou romperem de uma vez com a história original. Eles escolheram a segunda opção e na minha opinião eles acertaram em cheio.


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Novo Han Solo? Velho Han Solo? Sugestões...


Aparentemente a Disney não está para brincadeira com Star Wars, depois comprar a Lucasfilm eles já anunciaram o Episódio VII para 2015. 

 Depois já confirmaram J.J. Abrams para a cadeira de diretor


Ontem anunciaram que dois personagens ganhariam filmes solos. Hoje foi confirmado que os felizardos seriam Han Solo e Boba Fett. 

Eu nunca entendi o fascínio pelo caçador de recompensas, mas o piloto sempre foi um dos meus heróis favoritos. De fato eu devo admitir que Han Solo me inspirou de certa forma e com certeza acabou influenciando o meu comportamento para o bem ou para o mal. A ideia de reencontrar o personagem em uma aventura "solo" e inédita é emocionante.


A Disney anunciou que Harrison Ford deve voltar a encarnar Han no Episódio VII o que é sensacional. Porém a aventura solo de Solo deve se passar cronologicamente antes do episódio IV (no qual Han estava com apenas 29 anos). 
Obviamente Harrison Ford está fora de cogitação para o papel de Han jovem . Resolvi especular sobre possíveis novos interpretes do canalha mais famoso da galáxia.

Emile Hirsch
 


Josh Duhamel


Kit Harrington 


Richard Madden

Norman Reedus


Kevin Zegers


Taylor Kitsch

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Cavaleiro das Trevas Ressurge: Spoilers, Spoilers e mais Spoilers!!!


O Cavaleiro das Trevas Ressurge estréia dia 20 desse mês, para aqueles que não querem esperar aqui vão diversos spoilers de alguém que supostamente teve acesso a uma sessão do filme.

Obs: O original era em inglês e devido a minha correria ultimamente eu tive que utilizar o tradutor do google e dar uma rápida revisada, no geral a tradução não é muito boa mas da para entender a ideia geral.

Leia por sua conta e risco...

Quem morre: Lucius, Bane, capangas, muitas outras pessoas, maus, mocinhos, rapazes ricos, etc

Quem sobrevive: Batman, Alfred, Gordon, Blake, Selina, Miranda .........


Bane: bad ass, protegido de Ras, amigo de Talia (Miranda). Colocou seu plano em prática anos atrás, e foi reconstruindo lentamente a Liga das Sombras, enquanto se preparava para começar invasão em Gotham. Conhecido em todo a comunidade de inteligência internacional. Muito brutal, muito assustador, mas aparentemente não louco, no sentido de que ele parece estar sempre no controle e passos à frente de seus adversários. Os pais foram mortos quando era criança e ele foi criado e educado por Ras, que ficou muito impressionado com ele, teve um breve relacionamento com Talia, mas após o acidente que ele sofre, ele evita os avanços dela, devido a sua máscara e sua recém-descoberta deformidade. Ele usa a máscara para esconder sua dor, e por causa de um distúrbio neurológico que faz com que seja difícil para ele controlar seu corpo. Isso afeta seus níveis supra-renais também. Ele não é o líder da Liga, mas ele divide a liderança com Talia. Eles discordam, às vezes, em especial quando ele mata.
Primeira aparição em Gotham é na bolsa de valores, a segunda é no estádio e a terceira é quando ele retorna 6 meses mais tarde, como prometeu em seu discurso no estádio de futebol. Há uma cena que ele mata o prefeito na frente de todos, e diz a população para tomar o controle de Gotham ou ele vai fazer isso por eles. Gotham cai em um inferno caótico após isso, graças também a ausência de Gordon, e ao desaparecimento de Batman. Tudo que o homem-morcego construiu até esse ponto é desfeito e ele resolve ressurgir. Esta parte da história se passa durante metade do filme e há muita coisa que acontece.

 Mulher-Gato (Selina):Ladra, parte do grupo de Gotham que é recrutado para aprontarem as coisas para quando a Liga atacar. Responsável por uma seqüência de furtos, que parecem centrados nos ricos. Ela é vista pela primeira vez na mansão Wayne como empregada doméstica a quem Bruce pega roubando. Ela foge, e eles voltam a reunir-se em um baile de caridade em Gotham ele visita com Miranda. Bruce a confronta e eles dançam, e logo depois ela rouba seu carro. Bruce fica fascinado por ela, já que ele entende que ela diz que é adaptável quando ele sugere que o vestido dela não é muito útil para um ladrão, e ele finalmente percebe que ela não precisa usar nada de especial para fingir ser sua esposa e roubar seu carro.
Ela muda de lado por algumas razões. Uma delas é que ela nunca imaginou que Bane atingiria os extremos que ele atinge. A segunda é que ela fica chocada quando descobre que Batman era na verdade Bruce Wayne, e a terceira é que ela se preocupa com sua protegida (interpretado por Juno Temple) e teme o que vai acontecer com ela, e outros como ela, se Bane continuar e concluir seu plano. Ela se une a Batman, e luta contra Talia, uma boa luta, e no final ela se torna a Mulher gato de sempre. Não é boa, não é ruim, apenas descomprometida com as causas alheias e parte do folclore de Gotham. Ela tem uma cena com Bruce, no final, na qual eles conversam na frente do túmulo dos pais de Bruce, e falam sobre o futuro.

BATMAN: sobrevive, e de fato é "quebrado" na primeira luta com Bane. Mulher Gato o atrai para onde Bane queria e fecha o portão. Mas antes de chegarmos muito longe, vamos discutir Bruce.
Bruce assumiu em tempo integral as Indústrias Wayne, que se tornaram maior e mais influente do que nunca com a ajuda de Talia e Fox. Bruce é visto como um rico esnobe, que não é melhor do que qualquer outro rico esnobe de Gotham. Mesmo que ele desenvolva muito mais pesquisas e filantropia do que outros.
De qualquer forma, o uso da bengala revelado no trailer é o o que se esperava. Descobrimos que ele realmente não precisa, porém, e ele usa isso como uma razão / desculpa por que ele não possa ser o Batman mais, uma de muitas. Mas nós descobrimos logo antes da primeira luta contra Bane e durante sua conversa com Gordon no hospital, que ele não está tão ferido como ele deixa transparecer, embora ele não esteja na mesma forma que estava em Cavaleiros das Trevas.
Batman depois, que Gordon implora a ele, decide que deve colocar a máscara novamente. Ele finalmente é levado ao covil de Bane, e luta contra alguns de seus homens, ele então vê Seline e persegue-a até o subterrâneo, onde ela pretendia atrai-lo para Bane. Eles lutam, e Batman mal consegue enfrentar Bane. Bane aparentemente quebra vários ossos de Wayne, incluindo seu joelho. Ele, então, parece estar pronto para agarrar seu pescoço, mas em vez disso arranca a sua máscara, e empurra-o para baixo. Bane , então o aprisiona.
Batman permanece preso pela Liga das Sombras, descobre mais sobre a máscara de Banes e tal, bem como alguns dos planos do terrorista, e alguns dos segredos de Bane. Bruce finalmente escapa através de grande esforço, e retornar a Gotham. Bruce leva 6 meses para se recuperar, e retorna a Gotham após uma grande fuga e tentativa de escapar da prisão-poço de Bane, refletindo um pouco um reflexo do que aconteceu em Batman Begins com seu pai, só que desta vez ele é quem deve sair sozinho.
Ele reencontra Lucius e depois Alfred, bem como Selina que estava escondido na mansão depois de sua fuga da prisão. Eles unem-se, e Batman reúne-se com Gordon nas ruas em uma cena muito legal.
Durante esse tempo, ou antes, se bem me lembro Miranda é revelada, como Talia, e como Lucius descobre isso e Bane o mata como ele veio atrás dele. Isto irrita Miranda já que ela gostava de Fox e lamenta que ele foi morto. Isto REALMENTE enfurece Bruce. Ele fica ainda mais louco quando ele descobre que Miranda estava envolvida.
Batman reune seus aliados e eles tem um enorme confronto com as forças da Liga das Sombras nas ruas de Gotham. Batman e Talia tem uma cena juntos e ela explica que ela é filha RAs, via flashback, vemos Ras jovem no passado. Você também vê isso quando Bane explica sobre Ras na prisão.
De qualquer forma Batman persegue Bane de volta para seu esconderijo, e lutam mais uma vez, desta vez, com Batman emergindo como vencedor, e Bane concedendo a vitória, pouco antes de retirar a sua própria máscara, e deixar-se morrer, como ele, aparentemente, não consige respirar corretamente sem a máscara. Miranda chora ao ver Bane morrer e desaparece definitivamente.
No final, Batman decide que ele permanecerá como Batman, desde que Gotham precisa dele, principalmente agora que o período de reconstrução certamente trará tempos difíceis, e como Batman é agora bem quisto pela população, ele deve continuar a fazer o que ele pode, porque ele pode. Alfred concorda e diz que Batman como um símbolo só funciona porque Bruce faz com que funcione, ele é talvez o único que pode fazê-lo funcionar.
Alfred fala com Bruce na caverna sobre o quão bem ele trabalhou com Selina e, talvez, ele deve encontrar alguma ajuda que ele possa confiar. Bruce diz que não saberia sequer onde procurar por alguém assim. Enquanto Alfred brinca que ao menos seria bom ter alguma ajuda em torno da mansão, como cuidar da caverna, é muito para um homem velho.
Alfred brinca que talvez Bruce possa levá-lo ao circo para uma muito necessária noite de folga. Mencionando os "Graysons Voadores" que apresentam um ótimo espetáculo de acrobacia. Bruce diz que ele não pode esta noite, mas que eles irão antes de o circo deixar a cidade. O filme termina com Gordon comemorando a reconstrução da delegacia de Gotham depois de Bane te-la destruido. E mais uma vez brilha o Bat-sinal em honra aos esforços do Batman.

 Miranda Tate / Talia: ela está nas sombras a maior parte do filme e aparece um pouco no início, como a namorada de Bruce, com quem ele têm uma relação bastante passional. Ela é uma das diretoras das Empresas Wayne e uma das rasões de a empresa estar indo excepcionalmente bem. Quando Bruce desaparece ela assume definitivamente as empresas enquanto Fox está ocupado lidando com formas de encontrar Bruce, e outras coisas.
Sem que ele soubesse Talia estava utilizando as empresas Wayne para secretamente construir a liga, com armas, financiamento, e para ajudar a criar o ponto de apoio para que eles possam por seu plano de destruição de Gotham em ação. Ela é descoberta por Lúcius como sendo a líder da Liga, bem como muitas outras coisas. Quando ela é descoberta, em seguida, ela mostra suas verdadeiras cores, e se une com Bane, depois que Bane mata Lucius.
Ela então revela quem ela é quando ela e Bruce quando se encontram, ele fica chocado que ela teve a vontade e a coragem despistá-lo como ela fez e por quanto tempo ela fez. Ela aparentemente ficou com Wayne por bastante tempo. Ele fica muito triste e irritado com isso. Mas parece se preocupar mais com Bane, e vê-lo como uma ameaça menor.
Ela luta com Selina como Batman luta com Bane. Ela se mostra ser uma adversária formidável como lutadora e dá Selina tudo o que ela pode suportar antes de ser finalmente derrotada. Enquanto Bane é derrotado por Batman ela recobra a consciência, para testemunhar isso.

John Blake: não assume o manto do Batman, nem nada disso. Na verdade ele assume o papel que seria de Gordon por algum tempo e é apenas um bom policial que ajuda no esforço para conter as forças de Bane. Ele é ainda parte integrante do plano de como ele retransmite a Gordon que Batman pode ainda estar vivo, e ele também tem um papel importante em ajudar na batalha final. Fica implícito que com o tempo ele pode assumir o cargo de Comissário, ele é promovido a tenente no final.

Gordon: Gordona age tipicamente, faz seu trabalho, ajuda a liderar o caminho, mas fica confuso no início do filme em uma briga com Bane e seus homens, ele apela a Bruce que volte a vestir a máscara depois que ele vai visitá-lo no hospital. Então, quando ele se cura, ele é um pouco impotente para fazer qualquer coisa já que todo mundo tem medo de se envolver, uma vez que Bane avisou que iria causar estragos (terremotos com sua máquina). Gordon, porém, fica muito feliz ao descobrir que Batman está de volta e, em seguida, junto com Blake convence a polícia que eles têm que lutar depois que a cidade é isolada ao ter suas pontes explodidas.

Pequenas Revelações:

A máscara de Bane sai apenas quando ele tira. Ele parece não dormir com ela, e usa um tipo de respirador que não é tão desconfortável. Quando ele é subjugado por Batman, ele admite a derrota. Ambas as lutas com Batman, na verdade são três, são todas muito desagradáveis e brutais. Bane é claramente páreo para Bruce. Mas sua história é semelhante a de Bruce, e talvez até pior já que ele não cresceu com a riqueza como Bruce fez, e viveu uma vida muito difícil. Além disso, seu plano é muito grande em extensão e infalível, sim ele tem um colete à prova de bala, assim como alguns membros de sua equipe, tornando-se difícil ter um tiroteio com eles.


Miranda parece ser a verdadeiro líder da Liga, apesar dos comandados respeitarem muito Bane.


Selina, é muito volúvel em suas lealdades, mas é claro que ela não é uma má pessoa. Ela deixa claro que ser boazinha não vai ser uma escolha para a vida toda.

Ela tem uma melhor amiga que é mais jovem e ela cuida. Ela adora roubar é muito bom no que faz, e ela tem um arsenal escondido em seu esconderijo. Ela se escondeu na mansão Wayne quando ela escapou da prisão para se esconder da polícia e de Bane, apenas para ser descoberta com o retorno de Bruce.


Bane se mata quando Batman bate nele, ele sente que não tem outra escolha, que Batman provou sua vitória, e que por isso seus ideais devem prevalecer.


O filme tem uma vibe maior de quadrinhos ele segue mais a linha de Begins do que do Cavaleiro das Trevas.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Everything is a Remix

Eu já havia falado sobre essa série de videos em outro post e acabei postando os três primeiros três videos legendados. Aqui vai a série completa legendada para aqueles que perderam o post anterior. É realmente muito interessante.







segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Vingador do Futuro - O Velho e O Novo



Discurso de Peter Weyland em Prometheus

A corrida de filme mais antecipado do ano é árdua e conta com nomes de peso como o filme dos Vingadores e o terceiro filme do Batman. Porém quem vem correndo por fora e ganhando um grande interesse e atenção na Internet é a prequel de Alien - O Oitavo Passageiro. Aqui Peter Weyland aparece dando uma palestra na fundação TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) uma famosa fundação privada americana que existe no mundo real.  

Trailer de Ted

Da mente genial de Seth MacFarlane, criador de Family Guy...

sexta-feira, 30 de março de 2012

Top 10 Atores Com Mais de 80 anos que Ainda Estão Ativos

Depois de mostrar alguns setentões que ainda atuam como garotos, resolvi mostrar um time realmente veterano e da maior qualidade. Alguns já estão com 90 anos e continuam firmes e fortes.

10º Ernest Borgnine (94)
Tentei achar uma foto que mostrasse Borgnine jovem mas pelo que pude ver na internet o ator já nasceu com cara de 40 anos. Com um curriculo que inclui títulos como "Meu Ódio Será Tua Herança" e "RED - Aposentados e Perigosos" o ator apresenta um talento e uma presença marcante que atravessa décadas.

9º Leonard Nimoy (80)
Mesmo que Nimoy nunca tenha se libertado de seu papel de Spock, assistí-lo no último Star Trek foi um bônus excelente que elevou bastante a qualidade do filme.

8º Ian Holm (80)
Para uma geração Holm será eternamente lembrado como Bilbo Bolseiro, seu papel em "O Senhor dos Anéis". Para alguns ele ainda foi o primeiro andróide da série Aliens ou mesmo Jack, O Estripador em "Do Inferno". Seja qual tenha sido o papel no qual foi assistido Holm sempre entregou interpretações emocionantes.

7º Eli Wallach (96)
Um dos mais velhos atores em atividade no mundo Wallach já foi o Tuco de "Três Homens em Conflito" e Don Altobello em O Poderoso Chefão Parte III. Levei muitos anos para compreender que se tratava do mesmo ator. Sempre um sinal de excelência.

6º Max Von Sydow (82)
Ele já era velho quando eu o vi em "O Exorcista" e mesmo assim o homem continua fazendo filmes como louco. Ele já jogou xadrez contra "a morte" para Bergman, foi um chefe de polícia para Spielberg,  e foi o Nobre Loxley para Scott. Precisa de mais? Ele foi indicado a melhor ator coadjuvante esse ano e é Esbern em Skyrim.

5º Robert Duvall (81)
Desde que entrou na Familia Corleone Duvall é sinônimo de qualidade nos filmes em que aparece. Entre gangsters, cowboys, advogados, cientistas e astronautas Duvall já foi de tudo um pouco. Seu melhor momento para mim foi em "Pacto de Justiça".

4º Clint Eastwood (81)
O mais durão dos atores se tornou um dos melhores diretores e um dos melhores atores sob sua própria direção. Eastwood é o único homem de Hollywood que pode parecer realista espancando um homem 60 anos mais novo como ele fez em seu último filme como ator: Gran Torino. Ele volta para a frente das tela ano que vem no drama de esportes "The Trouble With The Curve".

3º Hal Holbrook (85)
Eu descobri esse maravilhoso ator vendo ele em séries de tv, particularmente The West Wing. Hal Halbrook é a definição de elegância e talento. Mais recentemente ele me levou as lágrimas com sua comovente interpretação em "Na Natureza Selvagem".

2º Christopher Lee (89)
Com um talento especial para vilões de Conde Drácula a Lorde Sith, Cristopher Lee é uma das poucas coisas boas na nova trilogia de Star Wars e uma das muitas ótimas na trilogia do Senhor dos Anéis. Aos quase 90 anos esse inglês de 1,96m de altura volta a Terra-Média  no papel de Saruman nas duas produções de "O Hobbit".

1º Christopher Plummer (82)
Ao ganhar o oscar de melhor ator coadjuvante esse ano Plummer se tornou o ator mais velho a receber o prêmio da academia. Com uma carreira que atravessa sete décadas Plummer coleciona trabalhos clássicos como "Noviça Rebelde" até inesperados como Arngeier em "Skyrim".

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